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João Malheiro rebenta com festa dos 133 anos do Porto: “Mentira. É um embuste”
28 Set 2026 | 12:29
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18 Jun 2023 | 10:14 |
A Assembleia Geral do Benfica, que decorreu na passada quinta-feira, dia 15 de junho, ainda está a fazer correr muita tinta e nesse sentido o Glorioso 1904 falou com o conhecido adepto Nuno Campilho, que analisou o desfecho da dita, bem como o discurso de Rui Costa.
Orçamento ‘limpinho, limpinho’ e auditoria das contas da SADO comentador do nosso Jornal começou por mencionar que concorda com a aprovação, com 86% dos votos, tendo em mente o investimento também nas modalidades. “Sim, concordo com o facto de o orçamento ter sido aprovado, tendo em conta os investimentos realizados, especialmente nas modalidades. Aliás, tal corresponde a um compromisso do presidente Rui Costa, que nos tem vindo a habituar a dar sequência àquilo com que se compromete e esta questão não fugiu à regra”, começou por dizer o Sócio encarnado. No que respeita ao facto de a apresentação da auditoria às contas da SAD encarnada só vir a ser feita em setembro, através de um comunicado que será entregue aos Sócios, Nuno Campilho demonstrou manter a sua posição inicial quanto ao assunto. “A minha posição relativamente à auditoria da SAD não difere, agora, daquela que sempre foi. A partir do momento que foi decidida, a mesma deverá ser concluída e os resultados deverão ser do conhecimento dos associados e terem as consequências que tiverem de ter. Lamento a demora (como sempre fui lamentando) e algumas intermitências neste processo, mas aceito as justificações que foram sendo apresentadas, face à complexidade de tudo aquilo que está envolvido”, referiu o Benfiquista. Relativamente ao discurso do Presidente do Benfica, na Assembleia Geral, Nuno Campilho não tem dúvidas da clareza do dito. “Só podia, pois tem sido esse o seu registo. Mal seria, ou será, se acaso venha a alterar essa sua forma de estar e de gerir os destinos do clube e a sua relação com os associados”, atirou.
Centralização dos direitos e recandidatura de ProençaJá quanto à questão da centralização dos direitos televisivos, também ela abordada pelo Maestro na passada quinta-feira, o adepto do Clube da Luz acredita que é um tema “sensível” e de maior “profundidade”. “É uma questão muito sensível e que merece maior profundidade. O Presidente disse aquilo que pensava e fez bem, de todo o modo, considerando que a referida lei ainda não se encontra regulamentada, penso que devemos ser ponderados na avaliação que, a este tempo, somos chamados a fazer”, afirmou o Sócio. “O Presidente não tem de ser contido, porque diz e faz aquilo que melhor entende defender os interesses do Clube e, neste caso, até disse aquilo que a maioria dos Sócios gostaria de ouvir. Eu, no entanto, tendo a lei já sido dada a tão diferentes interpretações e, mesmo considerando que a mesma, como está, é, efetivamente, prejudicial ao Benfica, prefiro esperar para ver”, conferiu, dando já o seu parecer. Ainda, Rui Costa fez questão de mencionar o apoio à recandidatura de Pedro Proença, relembrando que os encarnados não são o único emblema a apoiar o ex-árbitro. Porém o comentador do nosso Jornal não concorda com a dita. “Pessoalmente, não concordo. Como Benfiquista, ainda menos. Mas, não querendo ser contraditório, acompanho e compreendo a racionalidade e a justeza dos argumentos apresentados pelo Presidente Rui Costa”, disse, mostrando entender a decisão do antigo camisola 10, mas mostrando-se descontente enquanto adepto.
A dor de cabeça de Cher NdourQuanto à abordagem do Líder máximo das águias à saída de Cher Ndour, que deverá rumar ao PSG, não renovando com o Glorioso, Nuno Campilho mostrou-se intransigente. “Não tenho dados objetivos que me permitam atestar isso com toda a propriedade. De todo o modo, como confio no Presidente Rui Costa e nas decisões que toma e tem tomada, tendo por fito, sempre, os interesses do Benfica, sou tentado a dizer que sim, que ele tomou a melhor decisão”, concluiu.
Fotografia de Benfica
Antigo candidato à presidência da Federação Portuguesa do Futebol critica a postura do Clube encarnado sobre a retirada de apoio ao ex árbitro
29 Set 2026 | 15:21 |
Nuno Lobo, sócio do Benfica e candidato derrotado por Pedro Proença nas últimas eleições para a presidência da Federação Portuguesa de Futebol, deixou um lamento, esta terça-feira, na sequência do agendamento da próxima assembleia geral dos encarnados, para dia 31 de outubro.
N. Lobo: "Não tem razão para tomar esta decisão"
"Soubemos hoje que o presidente da Mesa da Assembleia Geral do nosso Clube recusou o agendamento da proposta para a retirada do apoio e da confiança política e institucional a Pedro Proença. Não tem razão para tomar esta decisão", começou por dizer, num vídeo enviado à Agência Lusa, criticando José Pereira da Costa.
De seguida, o conhecido adepto das águias diz mesmo que o Glorioso fez um "frete" a Proença. "A conclusão imediata que se pode retirar é que os órgãos sociais do nosso clube fizeram, uma vez mais, um frete a Pedro Proença", referiu. A proposta recusada tinha sido apresentada por Nuno Lobo à Mesa da Assembleia Geral das águias no início de setembro.
No final, Nuno Lobo defende que o Benfica foi contra a posição dos próprios sócios. "Contra a vontade da esmagadora maioria dos sócios do Sport Lisboa e Benfica, há quem prefira dizer sim a Pedro Proença", criticou, considerando existir "um apoio vergonhoso e permanente dos órgãos sociais do Clube" ao presidente da FPF.
O Benfica convocou uma assembleia geral ordinária para 31 de outubro, às 9 horas, no pavilhão n.º 2 do complexo da Luz, tendo como ponto único da ordem de trabalhos a apreciação e votação do Relatório e Contas do clube do exercício de 2025/26. A reunião será transmitida em streaming através da área reservada aos sócios no site oficial e o processo deliberativo decorrerá por voto eletrónico, mantendo-se o voto presencial para quem prefira.
Águias avançaram com uma iniciativa judicial que promete voltar a agitar o caso Football Leaks e há argumentos que estão a dar muito que falar
29 Set 2026 | 11:40 |
O Benfica decidiu avançar para o Tribunal da Relação para contestar a absolvição de Rui Pinto no segundo processo do caso Football Leaks. O Clube encarnado apresentou recurso em junho, por discordar da decisão do Tribunal Criminal de Lisboa, que absolveu o hacker de 241 crimes relacionados com o acesso ilegítimo a emails das águias e de outras entidades.
No recurso apresentado, os representantes jurídicos do Glorioso consideram que a decisão judicial contém "erros jurídicos, processuais e factuais". Os encarnados contestam a fundamentação utilizada pelo coletivo de juízes e defendem que foram ultrapassados limites legais na apreciação de matérias que, na sua perspetiva, caberiam ao Tribunal Constitucional.
A absolvição de Rui Pinto - que falou de dirigentes do Benfica - foi anunciada a 29 de abril. Na altura, o Tribunal Criminal de Lisboa considerou inválida e improcedente a acusação do Ministério Público, entendendo que o arguido tinha sido tratado de três formas distintas ao longo do processo e que não tinha sido respeitada a sua dignidade enquanto pessoa humana. A decisão unânime apontou ainda para alegadas violações de princípios constitucionais e de disposições da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, incluindo a dignidade da pessoa humana, o Estado de direito democrático e o direito à tutela jurisdicional efetiva.
É precisamente esta argumentação que o Benfica procura contrariar junto do Tribunal da Relação. O recurso questiona a interpretação feita pelo coletivo de juízes ao artigo 30.º do Código de Processo Penal e a conclusão de que a posição do Ministério Público violava normas constitucionais. As águias entendem que a decisão deve ser reapreciada, num processo que continua a ter como pano de fundo o acesso ilegítimo a correspondência eletrónica do Clube e de várias outras organizações.
Recorde-se que Rui Pinto já tinha sido condenado no primeiro processo do Football Leaks, em setembro de 2023, a quatro anos de pena suspensa, por extorsão na forma tentada, violação de correspondência agravada e acesso ilegítimo. No segundo processo, estava acusado de 201 crimes de acesso ilegítimo qualificado, 22 de violação de correspondência agravada e 18 de dano informático. Os factos envolviam, além do Benfica, a Liga de clubes, sociedades de advogados, juízes, procuradores, a Autoridade Tributária e a Rede Nacional de Segurança Interna. O recurso dos encarnados pretende agora levar a decisão de absolvição a uma nova apreciação judicial.
Conceituado site de divulgação de equipamentos revelou que o Clube vermelho e branco se vai inspirar na camisola da época 1997/98
29 Set 2026 | 10:40 |
O Benfica deverá apresentar, na temporada 2027/28, um equipamento inspirado numa camisola que marcou a história do Clube no século passado. A ideia passa por recuperar alguns dos elementos desse modelo antigo e adaptá-los a um desenho mais moderno.
Segundo o Footy Headlines, conhecido por divulgar camisolas dos principais clubes europeus, os encarnados inspiraram-se no famoso equipamento da temporada 1997/98 para fazer uma surpresas aos adeptos em 2027/28, 30 anos depois.
As cores são o preto, branco e vermelho: espera-se que o equipamento tenha uma base predominantemente preta, complementada por logótipos brancos e detalhes em vermelho nos patrocinadores. Porém, sem os laços e gola. Tal como no século passado, a camisola vai ter o patrocínio da Adidas, que, entretanto, mudou de logo e assinou um contrato milionário recentemente com as águias.
Embora os detalhes oficiais do equipamento de 2027/28 ainda não tenham sido apresentados pelo Benfica, a camisola promete recuperar uma imagem reconhecida pelos adeptos e transportar para o futuro um pouco da história encarnada. Na época 1997/98, jogaram nomes como João Vieira Pinto, Karel Poborsky e Nuno Gomes.
A mesma fonte aponta, no entanto, que ainda não há confirmação sobre os elementos gráficos exatos e a disposição do design, mas sim a intenção de homenagear, de certa forma, aquele equipamento de 1997/98. O lançamento será em agosto do próximo ano.
Veja a comparação entre as duas camisolas: