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Schjelderup irrita-se no final do Noruega - Portugal; Extremo do Benfica não escondeu insatisfação
28 Set 2026 | 09:25
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13 Dez 2024 | 16:53 |
O Benfica voltou a 'deslizar' na Liga dos Campeões, somando um empate a zeros diante do Bolonha. Nesse sentido, o Glorioso 1904 esteve à conversa com João Malheiro, que analisou a exibição dos pupilos de Bruno Lage. Além disso, o conhecido Benfiquista defendeu a aposta em Arthur Cabral, pelo menos, mais cedo na partida.
"O Benfica teve uma primeira parte diria cinzenta, esperava-se mais num jogo que teoricamente era para vencer. A primeira parte não foi de todo conseguida. Já a metade complementar foi boa, com um Benfica mais muito mais enérgico, com muito mais vontade de vencer, com alguns desenhos ofensivos interessantes e com oportunidades de golo, pelo o que concluo que o empate tenha um sabor amargo. O Benfica merecia ter ganho o jogo, mas sublinho o que fez na segunda parte e não por aquilo que produziu na primeira", analisou João Malheiro.
"Não gosto muito de falar de substituições, ou decisões do treinador...os treinadores trabalham com os jogadores, saberão as melhores condições ou menos boas condições que têm para poder intervir aqui ou ali. Agora chamo a atenção para a necessidade de tomar decisões e as opções são sempre o treinador quem as toma", realçou João Malheiro, que criticou o timing da entrada do avançado brasileiro. "Arthur Cabral podia ter entrado mais cedo, admito. Uma vez que Pavlidis sendo muito trabalhador, mas, convenhamos, um ponta-de-lança é classificado pelos golos que marca ou não marca e Pavlidis não está num grande momento de grande confiança. Mas não vou por aí, eu acho que o Benfica apresentou o melhor onze", acrescentou.
João Malheiro - Hoje um plantel necessita no mínimo de 22, 23, 24 jogadores porque a carga competitiva chega a roçar a crueldade
"Com a carga competitiva que existe hoje, todos são necessários. Hoje um plantel necessita no mínimo de 22, 23, 24 jogadores porque a carga competitiva chega a roçar a crueldade. Felizmente o Benfica tem soluções. O Arthur Cabral podia ser mais utilizado, o Pavlidis está com alguma crise de confiança na finalização, porque em termos coletivos ele integra-se muito bem na manobra da equipa e é um trabalhador incansável. O Amdouni é um de facto um grande jogador, mas não é exatamente um ponta-de-lança, é um jogador que faz mais que uma posição e extremamente utilitário...agora não queria colocar muito a questão de ser mesmo titular, acho que isso não é relevante, o importante é que o Benfica tem três dianteiros e qualquer um desses pode jogar", acrescentou.
João Malheiro - O Arthur Cabral podia ser mais utilizado, o Pavlidis está com alguma crise de confiança na finalização
No que toca à utilização de Di María, que fez os 90 minutos no encontro com o Bolonha, João Malheiro foi perentório: "O Di María é um enormíssimo jogador, evidentemente que não vai para jovem, mas mesmo com os seus 36 anos é um jogador suscetível de criar desequilíbrios a todo momento ou utilizar uma a arma poderosa que ele tem, que é a bola parada. E portanto num jogo que estava empatado, a presença do Di María era fundamental, infelizmente não houve nenhum lance de bola parada, mas compreendo perfeitamente que tenha sido utilizado o durante todo o jogo".
O conhecido adepto do Benfica visou ainda a arbitragem. "O árbitro foi um bocadinho condescendente com as perdas de tempo e o Bolonha veio à Luz claramente para não perder, não foi para ganhar. Mas o empate do Benfica não se deve à arbitragem, o Benfica empatou por culpa própria", completou João Malheiro.
"Quanto ao resto, sabemos que são dois jogos que encerram uma dificuldade enorme, o Barcelona está num excelente momento, é uma equipa muito poderosa do ponto vista ofensivo. Agora o Benfica em casa com esquema tático bem montado... eu não excluo que o Benfica possa pontuar ou até numa noite conseguida ultrapassar o Barcelona. Tal como a Juventus e até nem me vou socorrer do histórico de confrontos entre o Benfica e a Juventus, que são favoráveis ao Benfica curiosamente. É uma tarefa quase impossível para o Benfica na teoria, mas na prática pode não ser. Muito embora me pareça, pelas contas que tenho feito, que os 10 pontos atualmente garantem a qualificação para o playoff", concluiu.
Futebolista argentino encontra-se indisponível fisicamente, mas atleta do Clube encarnado recebeu uma notícia marcante na sua vida
28 Set 2026 | 10:34 |
Na passada terça-feira, Enzo Barrenechea foi submetido a uma artroscopia do joelho esquerdo para recuperar de uma entorse e o médio do Benfica só deverá estar disponível em meados de novembro. Porém, o argentino tem neste momento motivos para comemorar.
O futebolista sul-americano anunciou que foi pai pela primeira vez. O trinco do Clube da Luz partilhou fotografias juntamente com a mulher, Julieta Sieracki, revelando o nascimento do filho nesta sexta-feira, dia 25 de setembro.
E. Barrenechea: "O dia mais especial da nossa vida. Vamos amar-te a vida toda, filho"
"O dia mais especial da nossa vida. Vamos amar-te a vida toda, filho", escreveu o argentino no Instagram, juntando várias fotografias à publicação, sendo notório o facto de se encontrar de muletas, estando debilitado para os próximos compromissos.
Voltando à lesão, Barrenechea já tinha sido baixa no encontro do Clássico entre o Porto e o Benfica, que terminou com uma derrota por 3-1 para a equipa de Marco Silva, que terá de viver sem o seu camisola ´5´ nos próximos tempos, ainda que tenha praticamente três semanas para decidir quem o poderá substituir entre os membros do plantel encarnado.
"Em relação ao Enzo Barrenechea não consigo dizer que não esteja preparado para o jogo. Estamos a analisar, ele vai viajar, amanhã vamos fazer mais análises, nesta altura ainda não conseguimos saber. Todos os restantes jogadores estão prontos para o clássico", frisou Marco Silva na conferência de imprensa de antevisão a esta partida.
Veja a publicação:
Trio de atletas foi pressionado pelo técnico do emblema vermelho e branco para render mais e conseguir afirmar-se na equipa principal
28 Set 2026 | 10:30 |
Marco Silva aproveitou a primeira paragem competitiva da temporada, motivada pelos compromissos das seleções, para observar de perto alguns dos jovens talentos do Benfica. Com 17 jogadores do plantel principal ao serviço das respetivas seleções, o treinador encarnado decidiu reforçar o grupo de trabalho com elementos da equipa B, numa oportunidade que pode revelar-se importante para o futuro da formação.
Tiago Freitas, Francisco Neto e Olívio Tomé foram os três futebolistas chamados a integrar os treinos da equipa principal durante a última semana. Marco Silva pretendeu avaliar as capacidades do médio e dos dois extremos, todos habituais titulares na equipa secundária das águias.
A iniciativa faz recordar o que aconteceu em 2022, quando Roger Schmidt aproveitou a paragem do Mundial para chamar jovens aos trabalhos da equipa principal. Foi precisamente nessa altura que João Neves, então longe de ser uma das primeiras opções da equipa B, começou a destacar-se e a conquistar espaço.
Entre os três jovens chamados por Marco Silva, Tiago Freitas já conhece a sensação de representar a equipa principal. O médio estreou-se na temporada passada, depois de ter sido chamado por José Mourinho, entrando numa partida da Liga dos Campeões frente ao Nápoles. Já Francisco Neto e Olívio Tomé continuam à procura da estreia pela equipa A.
A presença do trio nos trabalhos poderá não ficar por aqui. Existe a possibilidade de os jovens regressarem aos treinos da equipa principal quando o plantel voltar à atividade, não estando também descartada a chamada de outros elementos da formação. Ainda assim, a escolha de Marco Silva foi condicionada pela presença de vários jogadores da equipa B nas seleções jovens e pela realização de um encontro dos sub-23 na sexta-feira.
Conhecido adepto do Porto reagiu às polémicas que se seguiram ao Clássico entre os dragões e águias, com duras críticas aos encarnados
28 Set 2026 | 10:28 |
Miguel Guedes, conhecido adepto do Porto, reagiu às polémicas que se seguiram ao Clássico entre os dragões e o Benfica, que terminou com um triunfo portista por 3-1. A arbitragem de Miguel Nogueira esteve no centro da discussão, sobretudo depois de Rui Costa ter apontado uma “tremenda dualidade de critérios” no capítulo disciplinar.
Na sua análise, o comentador considera que, apesar das críticas encarnadas, não existiram decisões que justifiquem a dimensão da polémica que surgiu posteriormente, recordando que Marco Silva assumiu que o Benfica perdeu o encontro por culpa própria e que Rui Costa limitou as críticas à alegada diferença de critérios disciplinares.
"A teoria do convencimento coletivo sobre uma inverdade nunca foi tão fácil de promover pela quantidade hegemónica de opiniões de uma ou duas cores. Como se previa, mesmo após Rui Costa ter esvaziado o balão de ar das queixas benfiquistas ao falar apenas em dualidade de critérios após o jogo, mesmo após Marco Silva ter admitido que a equipa perdeu por erros próprios na conferência de imprensa, ainda assim e sem qualquer acanhamento - como se previa -, a narrativa virou enredo de novela após o apito final de uma partida sem coisas estranhas", escreveu no jornal 'O Jogo'.
O adepto portista enumera depois os vários aspetos do encontro que, na sua perspetiva, foram ignorados na discussão: "De que importa que não tenha havido um golo irregular nos quatro que foram marcados no domingo, de que importa não ter havido um único lance duvidoso para penalty durante os 90 minutos, de que importa não ter aparecido um fora de jogo mal validado ou um remate para golo que não tenha passado a linha de baliza, de que importa que nenhuma expulsão tenha sido mal ajuizada perante as regras do jogo, de que importa que os comentadores de arbitragem tenham sido praticamente unânimes após a partida e que, dias depois, em análises mais a frio com a possibilidade de rever atentamente todos os lances, ninguém tenha mudado de opinião?". Ainda assim, há um ponto objetivo de polémica: o Benfica considerou que Gabri Veiga deveria ter sido expulso pela entrada sobre Bah, além de ter atirado uma garrafa contra o banco das águias.
M. Guedes: "A incapacidade de reconhecer os erros e a culpa própria, ao contrário de Marco Silva, é o maior garante da continuidade da bazófia"
Miguel Guedes defende ainda que a discussão sobre a arbitragem acaba por retirar espaço à exibição do Porto e à própria análise do Benfica: "A incapacidade de reconhecer os erros e a culpa própria, ao contrário de Marco Silva, é o maior garante da continuidade da bazófia. Já a noção de que este jogo foi ganho contra os melhores 20 minutos de uma equipa este ano no Dragão, é a razão para reforçarmos a humildade, a atenção e o trabalho. A novela segue por mais quinze dias. Ao escolher falar sobre o que não sucedeu, o Benfica pouco fala sobre o bom futebol que praticou. Não fala sequer sobre a meia verdade, aproxima-se de outro erro e duvido que alivie a dor".
Schjelderup irrita-se no final do Noruega - Portugal; Extremo do Benfica não escondeu insatisfação
28 Set 2026 | 09:25
Irankunda disse um disparate sobre Benfica e levou resposta de Circati: “Isso nem é questão, pá”
27 Set 2026 | 16:15
Prestianni chama "velhinho" a futebolista que fez mais de 250 jogos pelo Benfica
27 Set 2026 | 15:46