Futebol
Médio muito criticado no Benfica quer ficar para provar que tem lugar na equipa de Marco Silva
16 Jun 2026 | 13:06
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13 Fev 2023 | 08:02 |
Fredrik Aursnes chegou esta temporada ao Benfica, mas não se fez rogado e, aos poucos, foi ganhando o seu espaço no plantel de Roger Schmidt.
O treinador alemão, que de início não apostou as fichas todas no norueguês, vê agora no médio uma peça essencial para o funcionamento da máquina do Clube da Luz.
Luzes da ribalta chegaram com a lesão do companheiro
Começando por ser suplente utilizado, o médio, que só se estreou no onze inicial no dia 18 de setembro, no embate frente ao Marítimo, viu na lesão de David Neres a sua oportunidade de brilhar, uma vez que foi a partir deste momento que alcançou a titularidade na equipa das águias.
Assim, depois de não ter desiludido o timoneiro da formação da Luz, desde que chegou às luzes da ribalta, nunca mais de lá saiu, tendo já chegado a ‘sentar’ o colega brasileiro, enquanto este recuperava aos poucos do problema muscular.
É norueguês, mas já lhe chamam ‘canivete suíço’
O norueguês tem sido uma agradável surpresa para Roger Schmidt, uma vez que tanto cumpre no meio campo como no último terço, mostrando ser um verdadeiro ‘canivete suíço’, que não falha quando chamado ao serviço.
O atleta chegou aos encarnados para desempenhar o papel de ‘seis’ e ‘oito’, porém, o técnico das águias viu, no novo reforço, mais potencial e, depois da aposta, o craque provou que tanto cumpre, além da sua posição de raiz, o papel de extremo, como também de segundo avançado.
Penáltis são o calcanhar de Aquiles
É verdade que Aursnes tem sido dos atletas com mais destaque em campo, mas esta ‘máquina’ norueguesa já mostrou a sua fragilidade: as grandes penalidades.
Apesar de também não ser um enorme finalizador em jogo corrido, aparentemente, a grande dificuldade do camisola oito é mesmo concretizar na marca do castigo máximo, tendo sido chamado duas vezes a executar e a não ter conseguido ‘enganar’ o guardião adversário em ambas as oportunidades.
Nação Benfiquista vê além dos golos
Apesar de ter sido o atleta que falhou no penálti, custando a continuidade na Taça de Portugal, Fredrik Aursnes é um dos jogadores mais adorados pelo universo Benfiquista, que prefere enaltecer o desempenho do jogador, que entrega tudo o que tem em campo.
O conhecido adepto encarnado, Guilherme Cabral, enalteceu mesmo o atleta, nas redes sociais, depois do duelo em Braga, dando voz à opinião de muitos simpatizantes do Clube, caracterizando o craque como “um poço de inteligência que tão poucos conseguem ter no futebol. Talento a mais que apenas se esbarrou no penálti que não conseguiu marcar”.
Se é bom, é para segurar
Aursnes assinou, esta temporada, com o Glorioso, oriundo do Feyenoord, a troco de 13 milhões de euros, estando vinculado com o emblema encarnado até 2027.
Apesar de contar uma cláusula de rescisão fixada nos 50 milhões de euros, com o papel importante que tem desempenhado no plantel, é provável que Rui Costa, que pretende dar prioridade ao projeto desportivo, aumente o valor da mesma, de modo a ‘segurar’ o atleta nos relvados da Catedral.
Fredrik Aursnes – avaliado em 13 milhões de euros – conta com 25 jogos, um golo e uma assistência esta época com o Manto Sagrado.
Fotografia de Benfica
Apesar de ter recebido uma proposta financeiramente muito vantajosa do estrangeiro, o técnico manteve a intenção de assinar pelas águias
16 Jun 2026 | 15:20 |
Marco Silva esteve muito perto de rumar ao Al Nassr, mas acabou por escolher o Benfica para prosseguir a carreira. A revelação foi feita por Saad Al-Subaie, ex diretor do departamento jurídico do clube saudita, que confirmou que o treinador português era a principal escolha para substituir Jorge Jesus.
Saad Al-Subaie: "A primeira e mais forte opção era Marco Silva, mas nos momentos finais decidiu o seu destino e assinou com o Benfica”
Através da rede social X, o antigo dirigente explicou que o atual treinador dos encarnados liderava a lista de preferências: “A primeira e mais forte opção era Marco Silva, mas nos momentos finais decidiu o seu destino e assinou com o Benfica”, escreveu.
A decisão surge depois de o Benfica ter avançado para a contratação de Marco Silva na sequência da saída de José Mourinho. Assim que surgiu a possibilidade de assumir o comando técnico das águias, o treinador mostrou-se recetivo ao projeto apresentado por Rui Costa.
Apesar de ter recebido uma proposta financeiramente muito vantajosa da Arábia Saudita, Marco Silva manteve a intenção de assinar pelo Benfica. Apesar do interesse do Al Nassr, o técnico acabou por privilegiar o desafio de orientar os encarnados.
O próprio Saad Al-Subaie revelou que os sauditas já reduziram significativamente as alternativas, afirmando que “atualmente, as opções reduzem-se a apenas dois nomes, um deles lidera a sua equipa no Mundial. E o outro é treinador de um dos clubes da América do Sul”.
Campeonato do Mundo na América do Norte pode tornar-se decisivo para o futuro de um dos principais jogadores do plantel encarnado
16 Jun 2026 | 13:45 |
O Campeonato do Mundo arranca esta terça-feira para a Noruega, mas no Benfica haverá um olhar particularmente atento a um dos protagonistas da seleção escandinava. Andreas Schjelderup entra em campo diante do Iraque, no Gillette Stadium, numa altura em que o seu futuro na Luz continua envolto em incerteza.
O Mundial pode funcionar como uma verdadeira montra internacional. Cada exibição da Noruega será acompanhada de perto na Luz, mas também por vários gigantes europeus. Entre a ambição de se afirmar definitivamente no Benfica e a cobiça do mercado, Schjelderup prepara-se para disputar um torneio que poderá marcar o rumo da sua carreira.
Ao contrário de Fredrik Aursnes, considerado peça fundamental do projeto encarnado, o cenário de Schjelderup permanece em aberto. O avançado de 22 anos teve uma primeira metade de época difícil em 2025/26 e esteve muito perto de abandonar o Benfica no mercado de inverno, com o Club Brugge disposto a avançar com uma proposta na ordem dos 11 milhões de euros.
Tudo mudou após a memorável vitória por 4-2 frente ao Real Madrid, na Luz. Schjelderup brilhou com um bis e passou de jogador negociável a elemento indispensável para José Mourinho. A transferência para a Bélgica caiu imediatamente por terra e o norueguês iniciou uma reta final de temporada em grande nível.
Nos 17 encontros seguintes em que foi utilizado, o jovem atacante assinou seis golos e quatro assistências, ganhando a confiança do então treinador encarnado e despertando o interesse de vários emblemas europeus. O Barcelona é um dos clubes apontados ao internacional norueguês, enquanto em Inglaterra também existem admiradores atentos ao seu crescimento.
Além do mais, falou ainda da preparação para o duelo com a Argélia e da sua própria vivência nesta competição, o quarto da carreira
16 Jun 2026 | 13:37 |
Na véspera da estreia da Argentina no Mundial 2026, frente à Argélia, Nicolás Otamendi deixou vários elogios a Lionel Messi e sublinhou o espírito competitivo do capitão argentino. O antigo central do Benfica, agora no River Plate, falou com emoção sobre a presença do astro na seleção.
N. Otamendi: "É um animal e adora competir"
Sobre Messi, não poupou palavras e destacou o impacto diário do capitão no grupo: "Adoramos ver o pequeno todos os dias. É uma pessoa simples, prepara-se, mas é um animal e adora competir. Isso impede que relaxes. Quando a bola está a rolar, é aí que tens de ir com tudo. Messi alegra-nos a todos. Quem não adora o Leo? Temos de apoiá-lo e ajudá-lo".
O defesa reforçou ainda a dimensão única do craque argentino, deixando uma frase que marcou as suas declarações: "Quem não adora Messi?". A presença do capitão é um fator decisivo na exigência interna da equipa e na forma como a Argentina mantém o nível competitivo.
Já sobre o contexto da seleção campeã do mundo, o jogador alertou para as dificuldades da prova e para a responsabilidade: "Chegamos bem, estamos a dar o máximo, porque sabemos que somos os campeões e todos nos vão querer ganhar, por isso temos de dar o máximo", afirmou.
Além do mais, falou ainda da preparação para o duelo com a Argélia e da sua própria vivência neste Mundial, o quarto da carreira: "Temos de fazer o nosso jogo, eles têm bons jogadores. E creio que a organização defensiva é fundamental. Desfruto destes momentos, porque vai ser o meu último Mundial".