Futebol
Juventus em contactos com Jorge Mendes por central que Rui Costa quer no Benfica
25 Set 2026 | 15:02
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Futebol
04 Jan 2025 | 20:52 |
O futuro de Federico Chiesa pode estar prestes a conhecer novos desenvolvimentos. Depois de ter estado no radar do Benfica, o internacional italiano está a ser pretendido no seu país natal, sendo que a mudança pode dar-se neste mercado de transferências.
Segundo deu conta o Tuttomercato, a Fiorentina está interessada em voltar a contar com Federico Chiesa. A mesma publicação dá conta que o emblema transalpino está na disposição de pagar perto de 7 milhões de euros para fazer regressar o extremo, clube pelo qual alinhou entre 2008 e 2019.
Importa recordar que, Chiesa esteve na mira do Benfica no passado mercado de verão. O Glorioso 1904 acompanhou a 'novela', que terminou com o futebolista italiano a preferir rumar ao Liverpool, reforçando a formação de Arne Slot. De acordo com a imprensa internacional, o extremo assinou um contrato válido por quatro temporadas, num negócio que rondou os 15 milhões de euros (12,5 milhões de libras). Já neste mercado, o internacional surgiu no radar do Inter e do Nápoles.
Na presente temporada, Federico Chiesa - atualmente avaliado em 22 milhões de euros - marcou presença em apenas cinco partidas pelos reds: uma na Liga dos Campeões, uma na Premier League, dois na League Cup e ainda um na Premier League International Cup. Nos 184 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o atleta apontou apenas um golo e uma assistência.
No que toca à época 2023/24 na Juventus, o avançado foi opção em 37 jogos: 33 na Liga Italiana e quatro na Coppa Italia. Nos 2.513 totalizados, o avançado apontou 10 tiros certeiros e somou duas assistências, sendo uma das figuras da vecchia signora.
Confira aqui a publicação que dá conta do interesse da Fiorentina em Chiesa:
Na Madeira, em jogo em atraso da 1.ª jornada, águias não deram hipóteses à formação insular e continuam a subir posições na tabela
25 Set 2026 | 16:33 |
O Benfica venceu o Marítimo por 3-1, na Madeira, em jogo em atraso da 1.ª jornada da 1.ª fase da Liga Next Gen. Peter Edokpolor, Deivid Vieira e Chrystian Djaló marcaram os golos das águias, enquanto Tyler Keating apontou o único tento dos insulares. Igor Said, reforço que chegou do Real, foi titular.
Os encarnados entraram melhor e chegaram à vantagem aos 21 minutos. Alan Santos protagonizou uma boa combinação ofensiva e, de calcanhar, assistiu Peter Edokpolor, que apareceu em posição privilegiada e finalizou rasteiro, sem dar hipóteses ao guarda-redes contrário.
A equipa da casa reagiu ainda antes do intervalo e conseguiu restabelecer a igualdade aos 44 minutos. Na sequência de um livre cobrado pelo lado esquerdo, Tyler Keating apareceu na área para desviar de cabeça e levar o encontro empatado para o descanso.
O Benfica voltou a colocar-se na frente logo aos 55 minutos. Deivid Vieira isolou-se perante o guarda-redes madeirense, ultrapassou-o e, perante a baliza deserta, limitou-se a encostar para o 2-1. As águias controlaram depois o encontro e acabariam por ampliar a vantagem.
O resultado final ficou fechado aos 70 minutos, com Chrystian Djaló a aproveitar um cruzamento preciso vindo da esquerda para desviar para o fundo das redes. Com este triunfo, o Benfica sobe ao sexto lugar, à condição, com 10 pontos.
O onze inicial da equipa de Vítor Vinha foi composto por: Luis Xavier (Guarda-redes), Igor Said, Diogo Rocha, Guilherme Gaspar, Leandro Martins, Miguel Galinho, Deivid Vieira, Isaac Ferreira, Felipe Lima, Alan Santos e Peter Edokpolor
Desempenho de atleta chama a atenção após a primeira jornada com dois golos e encontra-se na lista da UEFA após primeira ronda
25 Set 2026 | 15:38 |
Marit Lund foi distinguida pela UEFA após a grande exibição na vitória do Benfica frente à Juventus, por 2-1, na primeira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões Feminina. A lateral norueguesa integrou a Equipa da Semana da competição, depois de ter sido decisiva no triunfo das águias em Turim.
A internacional norueguesa assinou os dois golos da formação orientada por Ivan Baptista, assumindo-se como a grande figura da partida e recebendo também o prémio de Mulher do Jogo. O desempenho valeu-lhe o reconhecimento do Grupo de Observadores Técnicos da UEFA.
A Juventus entrou melhor no encontro e teve maior iniciativa, mas encontrou um Benfica muito organizado defensivamente. As italianas criaram perigo em apenas duas ocasiões na primeira parte, antes de as encarnadas começarem a equilibrar as operações.
Aos 40 minutos, após intervenção do VAR, a árbitra assinalou grande penalidade por falta de Rosucci sobre Anna Csiki. Marit Lund assumiu a responsabilidade e não desperdiçou, colocando o Benfica em vantagem antes do intervalo. Na segunda parte, Chandra Davidson ainda marcou, mas o golo foi anulado por falta da avançada canadiana. Pouco depois, aos 61 minutos, Lund voltou a aparecer em grande plano. Na cobrança de um livre direto à entrada da área, a lateral norueguesa executou de forma irrepreensível e colocou a bola no ângulo superior direito da baliza defendida por De Jong, assinando o 2-0.
A Juventus ainda reduziu aos 86 minutos, através de Alba Redondo, mas o Benfica segurou a vantagem até ao apito final. As águias iniciam assim a caminhada europeia com um triunfo de peso, enquanto Marit Lund vê o seu desempenho ser reconhecido ao mais alto nível pela UEFA.
Jornalista considerou que intenção e contexto devem ser avaliados antes de uma decisão disciplinar com consequências relevantes para o encontro
25 Set 2026 | 15:34 |
Eduardo Dâmaso analisou a expulsão de Clément Lenglet e questionou a proporcionalidade da decisão tomada pelo árbitro no Porto - Benfica. O jornalista recorreu aos princípios jurídicos da necessidade, adequação e proporcionalidade para explicar por que razão considera que a arbitragem também deve ter em conta o contexto de cada lance.
E. Dâmaso: "A expulsão do Lenglet fez-me lembrar o pouco que me ficou da passagem pelo curso de Direito"
"A expulsão do Lenglet fez-me lembrar o pouco que me ficou da passagem pelo curso de Direito. Os princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade são critérios jurídicos que limitam o exercício do poder público e emanam do bom senso, em geral. Quando um tribunal ou o Estado restringem direitos, têm de perguntar se a medida é adequada para atingir o fim; se é necessária ou existia outra menos gravosa; se o sacrifício imposto é proporcional ao benefício que se pretende alcançar", explicou no jornal 'Record'.
Dâmaso defendeu que estes princípios, ainda que de forma implícita, estão presentes nas decisões tomadas pelos árbitros: "O árbitro não exerce exatamente esse tipo de poder. Aplica um regulamento privado cujo objetivo principal é garantir igualdade competitiva e previsibilidade. Aqueles princípios, porém, não podem ser-lhe estranhos. É de elementar bom senso. Quando o árbitro decide se uma entrada é apenas negligente, imprudente ou usa força excessiva, está a fazer um juízo de proporcionalidade. Quando decide entre uma advertência verbal e um cartão por protestos, está a fazer um juízo de necessidade. Quando opta por deixar seguir uma vantagem em vez de interromper o jogo, está a ponderar adequação", afirmou.
O jornalista considerou ainda que a intenção e o contexto devem ser avaliados antes de uma decisão disciplinar com consequências relevantes para o jogo: "A esta luz, o lance de Lenglet justificaria a intervenção disciplinar máxima possível, sabendo o árbitro que um segundo amarelo alteraria profundamente o jogo? Esta é uma pergunta legítima. Um juiz, um procurador, um polícia e um árbitro exercem um poder que pode alterar profundamente a vida — ou, no caso do futebol, o resultado — de terceiros. Quanto maior é esse poder, maior deve ser a prudência na sua utilização», defendeu.
Além do mais, considerou que a decisão acabou por prejudicar o próprio espetáculo: "Na verdade, a justiça não deve só aplicar mecanicamente a norma. Também tem de compreender o seu fim. Naquele lance, a falta de equidade saltava à vista. Não porque o árbitro tenha errado na leitura das regras, mas porque poderá ter privilegiado uma aplicação estritamente literal em detrimento de uma gestão prudente e proporcional do jogo. E isso matou o próprio jogo. Foi uma expulsão capital. Não era suposto ser assim", concluiu.