Futebol
Arbitragem inacreditável dita derrota do Benfica no reduto do Porto (3-1)
20 Set 2026 | 22:35
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Futebol
15 Ago 2025 | 11:05 |
Com a presença garantida no playoff da Liga dos Campeões, onde o Benfica vai defrontar o Fenerbahçe, Bruno Lage e a restante equipa centram agora as atenções na visita ao Estrela Amadora, no arranque oficial da Liga Portugal Betclic, depois de ter sido adiado o encontro frente ao Rio Ave.
Durante o dia de ontem, o Clube da Luz divulgou imagens do regresso aos trabalhos, onde foi possível ver o plantel com boa dispostção e um treinador muito assertivo nas suas indicações, pedindo constantemente pressão alta, tal como o jornal Record evidenciou durante a edição de hoje, 15 de agosto.
Pelas imagens partilhadas nas plataformas oficiais do encarnados, foi possível ouvir o setubalense de 49 anos muito enérgico nas indicações que foi dando aos seus jogadores. A uma determinada altura da sessão de trabalhos, enquanto a equipa fazia exercícios de pressão, Bruno Lage atirou o seguinte: “Começa a apertar, essa bola tem de ser nossa”.
Pelo meio, as imagens também mostraram o bom ambiente que reina no balneários dos vermelhos e brancos, onde se verificou uma lição da parte do veterano Nicolás Otamendi a Leandro Santos, jovem defesa que começou a dar os seus primeiros passos na equipa principal. Já Andreas Schjelderup - que viu o seu estatuto mudar - mostrou grande destreza em alguns dos exercícios.
Depois de uma folga merecida, fruto do triunfo frente ao Nice, as águias já preparam a visita ao Estádio José Gomes, onde vão realizar o primeiro encontro da Liga Portugal Betclic, onde vão defrontar o Estrela Amadora. A partida frente aos tricolores está agendada para amanhã, 16 de agosto, às 20h30.
Confira aqui o vídeo partilhado pelo Benfica:
Central encarnado viu o segundo amarelo ainda na primeira parte do clássico e o especialista em arbitragem acredita em erro que prejudicou os encarnados
21 Set 2026 | 11:00 |
A equipa de Marco Silva ficou reduzida a 10 jogadores ainda na primeira parte do clássico com o Porto após Lenglet ver o segundo amarelo. Contudo, na visão de Jorge Coroado, a expulsão do central do Benfica foi uma má decisão por parte de Miguel Nogueira.
“O comportamento foi antidesportivo e não violento ou grosseiro. Contudo, André Silva, pela provocação, justificava cartão amarelo. Face à gestão disciplinar efetuada, para ambos justificava-se uma chamada de atenção".
O presidente do Benfica, Rui Costa, fez muitas reclamações em relação à arbitragem após o jogo. De acordo com o dirigente, há uma dualidade de critérios nas decisões envolvendo o seu Clube e o Porto, onde não vê tamanho rigor com os Dragões.
“Há uma dualidade tremenda onde o Benfica foi extremamente punido nisso, porque a quantidade de faltas que o FC Porto faz, para além da falta normal e que não é punida com amarelo, vai dando força a uma equipa e vai tirando a outra. Há uma série de entradas, há uma série de faltas de jogadores do FC Porto que têm de ser punidas, mesmo antes da expulsão do Lenglet”.
Já Marco Silva falou em condicionamento da arbitragem durante a semana: “Em relação à expulsão, não vou fazer qualquer comentário. Se o clube tiver de dizer alguma coisa em relação ao jogo, deve dizê-lo. Não sei se irei conseguir continuar assim até ao final da época. Venho de uma cultura diferente. Aqui, infelizmente, consegue-se condicionar os árbitros antes dos jogos, depois dos jogos e durante a semana, de todas as formas possíveis, e por vezes dá resultado”.
Presidente acredita em critérios diferentes nas decisões da arbitragem durante o Clássico com os dragões e vê rigor maior com as águias
21 Set 2026 | 10:23 |
Rui Costa não escondeu a insatisfação com a arbitragem de Miguel Nogueira após a derrota do Benfica por 1-3 diante do FC Porto, no Estádio do Dragão. O presidente encarnado apontou uma alegada "dualidade de critérios", sobretudo no capítulo disciplinar, embora tenha reconhecido também os erros cometidos pela própria equipa.
Rui Costa sobre o Porto - Benfica: "acho que há uma dualidade tremenda..."
À saída do estádio, o líder das águias começou por destacar a entrada forte do Benfica no encontro, lamentando que a expulsão de Lenglet, aos 35 minutos, tenha condicionado o resto da partida: "O Benfica entrou muito bem neste jogo. Entrou a mandar no jogo como estrategicamente o Marco Silva tinha pedido aos jogadores. Fizemos uma primeira meia hora muito boa, apesar de, no único deslize que tivemos, acabar por sofrer um golo", começou por dizer.
Rui Costa considera que a igualdade numérica poderia ter alterado o desenrolar do encontro, tendo em conta aquilo que o Benfica conseguiu produzir nos primeiros minutos: "Claro que jogar aqui com 10 elementos não é a mesma coisa que jogar 11 para 11, e acredito que, se assim fosse, o resultado tinha sido diferente, ou o jogo tinha sido diferente, por aquilo que estávamos a fazer", afirmou.
Sobre o cartão vermelho mostrado a Lenglet, o presidente encarnado não quis contestar diretamente a decisão de Miguel Nogueira, mas considerou que o defesa francês, já amarelado, deveria ter evitado o contacto: "Não vou estar a discutir a expulsão do Lenglet, apesar de, se vocês analisarem, o André Silva queixar-se da cara quando é uma pequena, uma ligeira pancada na nuca - nem sequer é na cara. Mas não vou estar a discutir o lance, porque sobretudo aqui, depois de ter um amarelo, não pode arriscar uma ação daquelas", explicou.
"Em relação à dualidade de critérios, sobretudo no fator disciplinar, acho que há uma dualidade tremenda. Há uma dualidade tremenda onde o Benfica foi extremamente punido nisso, porque a quantidade de faltas que o FC Porto faz, para além da falta normal e que não é punida com amarelo, vai dando força a uma equipa e vai tirando a outra. Há uma série de entradas, há uma série de faltas de jogadores do FC Porto que têm de ser punidas, mesmo antes da expulsão do Lenglet. Vejo o Prestianni levar um amarelo por mostrar a cara cheia de sangue ao árbitro, numa pancada que levou quase sem bola e que nem sequer sancionada foi", referiu.
Apesar das críticas à arbitragem, o presidente do Benfica fez questão de reconhecer que a equipa também cometeu erros durante o encontro: "Não eliminando os erros que nós cometemos - porque depois acabámos por cometer erros -, a dualidade de critérios, sobretudo no critério disciplinar, foi por demais exagerada", concluiu.
Treinador acredita que as águias entraram bem no jogo, admite a culpa pelo resultado e evita falar sobre a expulsão de Lenglet
21 Set 2026 | 09:46 |
Após a derrota revoltante contra o Porto (3-1) no Estádio do Dragão, onde viu aumentar a distância para o líder da Liga Portugal Betclic, o técnico Marco Silva, do Benfica, analisou o jogo em conferência de imprensa. Veja tudo que disse o treinador.
Diferença no clássico
“Tivemos uma excelente entrada nos primeiros 20 a 25 minutos, dentro daquilo que era o nosso plano e a nossa identidade. Acabámos por perder o jogo por culpa nossa. Fomos nós que o perdemos, para além das coisas que aconteceram dentro do terreno, e temos de assumir isso mesmo. Perdemos três pontos importantes. Infelizmente para nós, há agora uma paragem e vão surgir todas as narrativas sobre o assunto. Temos de voltar mais fortes. Quero agradecer aos nossos adeptos o apoio incondicional desde ontem e hoje até ao final do jogo. Infelizmente, não lhes demos o que eles mereciam, mas estamos cá para continuar a crescer".
Expulsão de Lenglet
“Em relação à expulsão, não vou fazer qualquer comentário. Se o clube tiver de dizer alguma coisa em relação ao jogo, deve dizê-lo. Não sei se irei conseguir continuar assim até ao final da época. Venho de uma cultura diferente. Aqui, infelizmente, consegue-se condicionar os árbitros antes dos jogos, depois dos jogos e durante a semana, de todas as formas possíveis, e por vezes dá resultado. Não vou entrar por aí. Isso não me cabe a mim responder. Ele falou de coisas estranhas, portanto entrem vocês nessa conversa com ele. Em relação à expulsão, quero é que os meus jogadores sejam mais maduros e tenham capacidade de, havendo ou não provocações, manter o equilíbrio emocional".
Imaturidade do Benfica?
“Falei de uma forma geral, não quero estar a analisar todos os momentos convosco. Sofremos o primeiro golo num lance completamente evitável da nossa parte, algo que me compete a mim trabalhar com os meus jogadores. Mas falou do segundo golo e eu percebo porquê. Tivemos uma boa entrada, mesmo com dez jogadores. Eu disse aos jogadores que era fundamental não sofrermos golos na segunda parte, independentemente de estarmos a perder, porque sabia que íamos marcar. Quando digo que temos de crescer, é neste aspeto: sermos maduros, percebermos onde queremos ir e quais os caminhos para lá chegar. Sofremos um golo muito rápido após termos marcado, quando devíamos ter neutralizado a reação do Porto".
Agressividade do Porto
“Não sou eu que vou gerir a agressividade do adversário. Estão lá quatro árbitros, mais dois no VAR, para gerir isso. Não tenho de ser eu a avaliar se passa os limites ou não".
Ideais táticos para o jogo
“A nossa intenção na primeira parte foi clara: entrámos no 4-4-2 habitual e usámos gatilhos de pressão bem definidos para condicionar a primeira fase de construção do Porto. Fomos pressionantes, agressivos e recuperámos muitas bolas em zonas altas, anulando o jogo interior deles até meio da primeira parte. Com dez jogadores, tornou-se mais difícil manter essa pressão alta. A equipa baixou linhas e perdeu alguma coesão no meio-campo para acompanhar os movimentos de rutura do adversário. Tentámos corrigir a meio da segunda parte, mas sofrer dois golos logo após o nosso empate afetou a equipa. Faltou-nos mais critério com bola para gerir o ritmo de jogo e mais coesão a defender a linha de quatro perante a presença ofensiva do Porto".
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