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João Malheiro rebenta com festa dos 133 anos do Porto: “Mentira. É um embuste”
28 Set 2026 | 12:29
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14 Set 2023 | 18:48 |
A apresentadora do programa Big Brother e conhecida adepta do Benfica, Cristina Ferreira, esteve presente num evento de uma marca italiana, em Lisboa, onde, em declarações aos jornalistas presentes, abordou os comentários negativos que têm sido feitos ao reality show.
O Big Brother estreou no passado dia 10 de setembro, domingo, com a habitual gala em direto, e já sumou uma quantidade de criticas abismais do público, especialmente nas redes sociais. Na apresentação do programa, Cristina Ferreira conta com a ajuda de Flávio Furtado e Bruna Gomes.
"As pessoas gostam de falar muito. Se fazemos, é porque fazemos; se não fazemos, é porque não fazemos. Se os concorrentes são plantas, é porque são plantas; se os concorrentes são muito elétricos, é porque o são. Portanto, isto é o Big Brother, cada um de nós tem uma opinião", começou por dizer a apresentadora da TVI.
"Só para se perceber, na fase de castings juntamos várias pessoas da TVI, de várias áreas, e nem sempre estamos de acordo com aqueles que devem, ou não, entrar. Isso é exatamente aquilo que o público faz. E isso, na verdade, também faz parte do conceito reality", terminou Cristina Ferreira.
É de recordar que, o novo reality show da TVI é uma aposta da apresentadora, que ainda tem um forte peso nas decisões tomadas dentro da estação televisiva de Queluz de Baixo, nomeadamente em realação aos programas, devido a ser Diretora de Entretenimento e Ficção da TVI.
Antigo candidato à presidência da Federação Portuguesa do Futebol critica a postura do Clube encarnado sobre a retirada de apoio ao ex árbitro
29 Set 2026 | 15:21 |
Nuno Lobo, sócio do Benfica e candidato derrotado por Pedro Proença nas últimas eleições para a presidência da Federação Portuguesa de Futebol, deixou um lamento, esta terça-feira, na sequência do agendamento da próxima assembleia geral dos encarnados, para dia 31 de outubro.
N. Lobo: "Não tem razão para tomar esta decisão"
"Soubemos hoje que o presidente da Mesa da Assembleia Geral do nosso Clube recusou o agendamento da proposta para a retirada do apoio e da confiança política e institucional a Pedro Proença. Não tem razão para tomar esta decisão", começou por dizer, num vídeo enviado à Agência Lusa, criticando José Pereira da Costa.
De seguida, o conhecido adepto das águias diz mesmo que o Glorioso fez um "frete" a Proença. "A conclusão imediata que se pode retirar é que os órgãos sociais do nosso clube fizeram, uma vez mais, um frete a Pedro Proença", referiu. A proposta recusada tinha sido apresentada por Nuno Lobo à Mesa da Assembleia Geral das águias no início de setembro.
No final, Nuno Lobo defende que o Benfica foi contra a posição dos próprios sócios. "Contra a vontade da esmagadora maioria dos sócios do Sport Lisboa e Benfica, há quem prefira dizer sim a Pedro Proença", criticou, considerando existir "um apoio vergonhoso e permanente dos órgãos sociais do Clube" ao presidente da FPF.
O Benfica convocou uma assembleia geral ordinária para 31 de outubro, às 9 horas, no pavilhão n.º 2 do complexo da Luz, tendo como ponto único da ordem de trabalhos a apreciação e votação do Relatório e Contas do clube do exercício de 2025/26. A reunião será transmitida em streaming através da área reservada aos sócios no site oficial e o processo deliberativo decorrerá por voto eletrónico, mantendo-se o voto presencial para quem prefira.
Águias avançaram com uma iniciativa judicial que promete voltar a agitar o caso Football Leaks e há argumentos que estão a dar muito que falar
29 Set 2026 | 11:40 |
O Benfica decidiu avançar para o Tribunal da Relação para contestar a absolvição de Rui Pinto no segundo processo do caso Football Leaks. O Clube encarnado apresentou recurso em junho, por discordar da decisão do Tribunal Criminal de Lisboa, que absolveu o hacker de 241 crimes relacionados com o acesso ilegítimo a emails das águias e de outras entidades.
No recurso apresentado, os representantes jurídicos do Glorioso consideram que a decisão judicial contém "erros jurídicos, processuais e factuais". Os encarnados contestam a fundamentação utilizada pelo coletivo de juízes e defendem que foram ultrapassados limites legais na apreciação de matérias que, na sua perspetiva, caberiam ao Tribunal Constitucional.
A absolvição de Rui Pinto - que falou de dirigentes do Benfica - foi anunciada a 29 de abril. Na altura, o Tribunal Criminal de Lisboa considerou inválida e improcedente a acusação do Ministério Público, entendendo que o arguido tinha sido tratado de três formas distintas ao longo do processo e que não tinha sido respeitada a sua dignidade enquanto pessoa humana. A decisão unânime apontou ainda para alegadas violações de princípios constitucionais e de disposições da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, incluindo a dignidade da pessoa humana, o Estado de direito democrático e o direito à tutela jurisdicional efetiva.
É precisamente esta argumentação que o Benfica procura contrariar junto do Tribunal da Relação. O recurso questiona a interpretação feita pelo coletivo de juízes ao artigo 30.º do Código de Processo Penal e a conclusão de que a posição do Ministério Público violava normas constitucionais. As águias entendem que a decisão deve ser reapreciada, num processo que continua a ter como pano de fundo o acesso ilegítimo a correspondência eletrónica do Clube e de várias outras organizações.
Recorde-se que Rui Pinto já tinha sido condenado no primeiro processo do Football Leaks, em setembro de 2023, a quatro anos de pena suspensa, por extorsão na forma tentada, violação de correspondência agravada e acesso ilegítimo. No segundo processo, estava acusado de 201 crimes de acesso ilegítimo qualificado, 22 de violação de correspondência agravada e 18 de dano informático. Os factos envolviam, além do Benfica, a Liga de clubes, sociedades de advogados, juízes, procuradores, a Autoridade Tributária e a Rede Nacional de Segurança Interna. O recurso dos encarnados pretende agora levar a decisão de absolvição a uma nova apreciação judicial.
Conceituado site de divulgação de equipamentos revelou que o Clube vermelho e branco se vai inspirar na camisola da época 1997/98
29 Set 2026 | 10:40 |
O Benfica deverá apresentar, na temporada 2027/28, um equipamento inspirado numa camisola que marcou a história do Clube no século passado. A ideia passa por recuperar alguns dos elementos desse modelo antigo e adaptá-los a um desenho mais moderno.
Segundo o Footy Headlines, conhecido por divulgar camisolas dos principais clubes europeus, os encarnados inspiraram-se no famoso equipamento da temporada 1997/98 para fazer uma surpresas aos adeptos em 2027/28, 30 anos depois.
As cores são o preto, branco e vermelho: espera-se que o equipamento tenha uma base predominantemente preta, complementada por logótipos brancos e detalhes em vermelho nos patrocinadores. Porém, sem os laços e gola. Tal como no século passado, a camisola vai ter o patrocínio da Adidas, que, entretanto, mudou de logo e assinou um contrato milionário recentemente com as águias.
Embora os detalhes oficiais do equipamento de 2027/28 ainda não tenham sido apresentados pelo Benfica, a camisola promete recuperar uma imagem reconhecida pelos adeptos e transportar para o futuro um pouco da história encarnada. Na época 1997/98, jogaram nomes como João Vieira Pinto, Karel Poborsky e Nuno Gomes.
A mesma fonte aponta, no entanto, que ainda não há confirmação sobre os elementos gráficos exatos e a disposição do design, mas sim a intenção de homenagear, de certa forma, aquele equipamento de 1997/98. O lançamento será em agosto do próximo ano.
Veja a comparação entre as duas camisolas: