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Oficial! Irmão de Mário Branco ruma a clube italiano; Familiar do diretor do Benfica abraça projeto
14 Jun 2026 | 17:19
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18 Jan 2026 | 10:42 |
José Mourinho não ficou por meias palavras na conferência de imprensa. No rescaldo da vitória do Benfica, que derrotou o Rio Ave por 2-0, o treinador português, que já tinha analisado a exibição das águias, respondeu às perguntas colocadas pelos jornalistas. Confira tudo o que foi dito pelo Special One.
Concorda com a ideia de que esta é a melhor 1.ª parte do Benfica esta época no campeonato? "Acredito que sim, mas não esqueço de tantos jogos bons que o Benfica tem feito no campeonato fora de casa. Se na Luz temos feito alguns bons jogos e outros que, apesar de não termos perdido, não fomos convincentes, acho que a nossa carreira fora de casa tem sido muito convincente. A maneira como se ganhou em Guimarães, em Moreira de Cónegos, hoje. Obviamente não quero falar de um empate em Braga ou no Dragão porque empates não são vitórias, mas o que a equipa tem feito fora de casa tem sido muito convincente. Hoje foi uma 1.ª parte muito, muito, muito boa e forte, onde o 2-0 era curto para o que tínhamos feito. Contra uma equipa boa. Super satisfeito com o que os jogadores fizeram".
Muito se tem falado que o Benfica joga sem extremos, que o Leandro Barreiro não tem qualidade para jogar a 10 e que tem de ser o Sudakov. Hoje isso tudo aconteceu. O que tem sido dito teve efeito hoje? "Tem de perguntar a quem fala. Eu, de táticas e dinâmicas, não percebo nada. Quem fala dessas coisas é gente que sabe muito. É melhor falar com eles. Eu percebo pouco disso".
O que guarda deste jogo? A forma como a equipa entrou muito motivada depois de duas derrotas, ou estas pequenas alterações táticas? "A coisa mais importante é que depois da tristeza de uma derrota conseguimos ter a energia mental, crença, autoestima para chegar aqui e fazer o que se fez. Jogando 90 e tal minutos na quarta-feira passada no norte, viagem triste, longa. Decidimos internamente viajar só hoje e viajar de avião no dia do jogo, que é um bocadinho contranatura. Tentar transformar a tristeza e a frustração de uma derrota em positividade, em vez de se agarrarem à derrota. Agarrarem-se ao que fizeram, que foi tudo menos merecedor de uma derrota. Em função de tantas lesões que temos, a presença do Enzo no banco é duvidosa. O próprio Manu também não está ainda bem. O Bruma está longe de estar bem. Fizemos dois jogos fora de casa contra duas equipas difíceis depois de viagens para cima, para baixo, para cima. Praticamente com os mesmos jogadores, mudando um ou dois mas com pouca coisa para mudar. Acho que os jogadores às vezes também merecem palavras positivas. E, da minha parte, um respeito tremendo por aquilo que fizeram nestes últimos jogos. E principalmente hoje, com gente obviamente fatigada, conseguir chegar aqui e ganhar de maneira expressiva. O resultado não o é, mas o modo como eles jogaram, dominaram e controlaram é expressivo".
O Benfica encontrou muitos espaços nos três corredores hoje. Quão importante foi tudo isto, bem como o papel do Sudakov? E as triangulações no corredor direito, o quão importantes foram? "O Rio Ave é uma equipa que defende com os dois alas a fechar por dentro. Mas quando a bola entra no corredor lateral, são eles que saltam. Às vezes com um bocadinho de atraso. E tendo dois jogadores abertos em cada corredor, Dahl e Schjelderup de um lado, Dedic e Prestianni do outro, ter o Sudakov ou o Pavlidis a baixar torna difícil para o adversário se as coisas saírem bem. Corremos esse risco, porque da maneira como lemos a coisa o Rio Ave cria maior perigo na bola recuperada e transição. Foi assim que na Luz marcaram, em Barcelo também, ao Casa Pia... Tem risco. Quando se tem tanta bola e se perde, existe sempre esse risco. Mas a equipa foi muito sólida. O Barreiro e o Aursnes, por detrás dessa estrutura ofensiva, deram sempre um equilíbrio muito bom à equipa no girar de bola. É um jogo muito bem conseguido pelos rapazes, principalmente com a dificuldade que é ter jogado quarta-feira e voltar a jogar, sempre os mesmos. Foi só o Schjelderup e o Otamendi que se podem dizer frescos. O Sudakov jogou 50 minutos na quarta-feira. Foram muito fortes mentalmente, todo o crédito para eles".
Que forma encontrou para motivar o grupo nesta altura? "A forma de motivar e de preparar a equipa para este jogo é seguindo um princípio muito básico, que há pessoas que não percebem ou não querem perceber. Há pessoas a falar de mim, a criticar. Mas o princípio é muito básico: o da justiça. E quem joga como o Benfica jogou no Dragão, com o jogo que os jogadores fizeram, com a entrega, coragem... Tratei-os com justiça. Justiça é carinho, empatia, conversar, dialogar. Não ir para o lado de 'resultado, derrota, eliminação'. Ir na direção de 'grande jogo, personalidade, grande domínio'. Simplesmente foi ir pelo lado da justiça. Depois, analisámos o Rio Ave como analisamos qualquer equipa. Encontrámos um modo, com os jogadores que tínhamos à disposição, de dominar o jogo e criar perigo. Com os jogadores que tínhamos e com o que estava no banco... Estavam três jogadores não incapacitados, mas limitados. Manu, Bruma e Enzo. Depois, o Rego e o Neto. O senhor António Silva com o senhor Tomás e o senhor Otamendi, estamos perfeitamente tranquilos. Jogue quem jogar é uma grande dupla de centrais. E com estas limitações, tentar partir para um jogo onde era muito importante dominar e equilibrar. Ter atenção à organização. Não perdemos muito a bola, mas quando perdemos a equipa estava organizadinha. Muito bem o Dahl e o Dedic no controlo dos alas. Os jogadores foram muito bravos. O que é que foi feito? Nada de especial. E não só da minha parte. O próprio presidente, quando falou com os jogadores hoje antes do jogo, o Mário Branco ontem, o Simão Sabrosa há dois dias, toda a gente foi justa. E eles responderam a essa justiça com, acho, uma grande performance individual e coletiva".
O que achou da exibição do André Luiz? Aumenta ou diminui o interesse? "Não vou comentar jogadores do Rio Ave individualmente. Primeiro porque são do Rio Ave, e segundo porque quando se está no banco e se olha para a globalidade do jogo, não se está a seguir especificamente um jogador. Sabíamos que o Rio Ave era boa equipa, conseguimos definir bem o que são, sabemos como conseguiram empatar na Luz, e tentamos levá-lo numa direção. O resultado ao intervalo era curto e era importante continuar a controlar na 2.ª parte. Tendo uma boa coesão no sentido de 'bola perdida, equipa organizada e equilibrada'".
Atleta de 21 anos não entra nas contas para a nova temporada e encarnados procuram solução definitiva para o defesa encarnado
15 Jun 2026 | 03:00 |
Joshua Wynder está de saída do Benfica no mercado de verão. Segundo informações recolhidas pelo Glorioso 1904, além de Rodrigo Rêgo, o defesa-central norte-americano não entra nos planos da estrutura encarnada para a temporada 2026/27. A prioridade de Rui Costa passa por encontrar uma solução definitiva para o futebolista de 21 anos.
Ao que o nosso Jornal apurou, os responsáveis encarnados consideram que o ciclo do internacional jovem pelos Estados Unidos está próximo do fim na Luz. Contratado em 2023 como uma aposta de futuro, Joshua Wynder chegou ao Seixal com margem de progressão assinalável, mas acabou por não conseguir afirmar-se da forma esperada.
A lesão grave sofrida pelo defesa obrigou-o a uma longa paragem competitiva, condicionando uma fase que era considerada fundamental para a sua afirmação. Apesar de o Benfica continuar a reconhecer qualidades ao jogador, a verdade é que a estrutura entende que o melhor cenário para todas as partes passa por uma mudança de ares neste defeso.
Neste momento, a preferência dos encarnados passa pela venda em definitivo. Ainda assim, a SAD encarnada, liderada por Rui Costa, está aberta a ouvir ofertas pelo defesa, acreditando que Joshua Wynder tem interessados não só em Portugal como no estrangeiro.
A estratégia final dependerá sempre do mercado e das propostas que chegarem à mesa dos responsáveis encarnados. O Benfica está recetivo a analisar diferentes cenários, mas tudo indica que o defesa norte-americano não fará parte do plantel da próxima temporada.
Central não deixou que momento de conversas contratuais atrapalhassem seu descanso conquistado após trabalho em campo e faz viagem internacional
14 Jun 2026 | 17:36 |
António Silva continua a aproveitar os últimos dias de férias antes do arranque da pré-temporada do Benfica, mas nem longe de Lisboa deixa de dar sinais da sua ligação ao universo encarnado. O defesa-central encontra-se na Croácia e partilhou nas redes sociais uma imagem que não passou despercebida aos adeptos.
Numa fotografia divulgada originalmente pelo irmão, Armando Silva, é possível ver um mural da Torcida Split, principal claque do Hajduk Split, juntamente com o emblema do histórico clube croata. A publicação ganhou particular simbolismo devido à antiga relação de amizade entre a Torcida e os No Name Boys.
A ligação entre os dois grupos remonta a 14 de setembro de 1994, quando Benfica e Hajduk Split se defrontaram na Liga dos Campeões. Após esse encontro, uma carrinha que transportava adeptos encarnados sofreu um acidente em Espanha durante a viagem de regresso a Portugal, provocando a morte de três elementos dos No Name Boys: Rita, Tino e 'Gullit'. Desde então, a memória dos adeptos continua a ser homenageada pelas claques dos dois emblemas.
Antes da passagem pela Croácia, António Silva já tinha mostrado outros momentos de descontração durante as férias. O internacional português reuniu vários colegas ligados ao Benfica para uma sessão de paintball, partilhando posteriormente algumas imagens nas redes sociais.
Entre os participantes estiveram Samuel Soares, Henrique Araújo, Diogo Prioste, João Rego, Gonçalo Oliveira, Diogo Ferreira, Manu Silva e Tomás Araújo, num encontro marcado pelo convívio antes do regresso aos trabalhos sob as ordens de Marco Silva. O central prepara-se agora para regressar ao Seixal, onde espera iniciar mais uma temporada ao serviço das águias, numa altura em que continua a ser visto como uma das principais referências do presente e do futuro da formação encarnada.
Veja a publicação:
Avançado organizou evento que juntou parte do plantel encarnado no seu país natal; Vida será diferente para o ponta de lança das águias
14 Jun 2026 | 17:32 |
Vangelis Pavlidis vive este domingo um dos dias mais especiais da sua vida pessoal. O avançado do Benfica vai casar-se com Marianna Solkidou, numa cerimónia realizada em Halkidiki, no norte da Grécia. O casamento contará também com a presença de vários colegas do grego no Benfica. Leandro Barreiro, Franjo Ivanovic e Samuel Dahl já se encontram em solo grego para assistir à cerimónia e participar nas celebrações.
Segundo a imprensa helénica, estão previstos cerca de 350 convidados para a cerimónia religiosa, seguindo-se depois o copo de água num espaço junto ao mar, num ambiente marcado pela celebração e pela forte ligação do jogador ao seu país natal.
Os três jogadores surgem inclusivamente numa fotografia de grupo partilhada por Vasilis Pavlidis, irmão do avançado encarnado, na véspera do casamento. A imagem junta ainda Christos Tzolis, jogador do Club Brugge e internacional grego, que também marcou presença no evento.
Recorde-se que, no passado dia 14 de julho, Pavlidis tinha partilhado nas redes sociais o momento do pedido de casamento. Mais recentemente, a despedida de solteiro do internacional grego decorreu em Mykonos, prolongando um período de celebrações antes do enlace.
As férias dos jogadores do Benfica têm sido particularmente movimentadas. Antes do regresso aos trabalhos sob orientação de Marco Silva, vários elementos do plantel têm aproveitado para momentos de convívio, incluindo uma sessão de paintball que juntou diversos jogadores encarnados, num ambiente descontraído antes do início da nova época.