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Clube
17 Set 2023 | 13:30 |
Cláudia Vieira, conhecida adepta do Benfica e apresentadora do novo reality show da SIC, Casados no Paraíso, revelou como foi passar cerca de um mês nas Filipinas. Além de um ser um local paradisíaco, a ilha asiática pode colocar várias dificuldades a quem estiver lá sem ser de férias.
"Tivemos dias de tempestade mesmo assustadores. Tive medo. Tenho muito espírito de aventura, mas houve momentos ali, principalmente com a questão das tempestades que deu medo. O barulho da chuva e do vento eram ensurdecedor, as árvores a abanar… Eu sentia-me segura, estava confortável no hotel. Não era o hotel das entrevistas, onde foram os casamentos, aí ainda metia mais medo porque era mesmo perto do mar. Havia ventos fortíssimos, chuvadas que era uma carga… e eu pensava, se isto não passar vai, isto desaba", revelou a apresentadora, na apresentação dos novos programas da SIC.
"Falar das doenças é um bocadinho difícil porque depois não é bonito de ler [enquanto aponta para a barriga]. Quando ao mar, senti que surfámos ondas. Houve dias em que estava tão, mas tão agitado que o barco… eles dominam aqueles mares, mas quando nos alertavam para nós prepararmos o material e apertarmos o colete percebia-se perfeitamente que agitação era demais. Íamos sempre de colete só tirávamos para filmar e aí a velocidade do barco era outra", fomentou a Benfiquista.
"Saía sempre banhada de repelente e nada resultou, é o paraíso com muita mosquitada. Houve dias em que acordei com as minhas costas e pernas todas mordidas", revelou que as picadas de insecto foi uma das partes mais complicadas na estádia nas Filipinas.
"Normalmente começávamos às 05h0/ 06h00 da manhã no meu caso por causa da maquilhagem e cabelos. As equipas que eram sempre compostas por um câmara, perchistas e uma pessoa dos conteúdos também acordavam cedo para acompanhar o acordar dos concorrentes, o nascer do sol, quando não passavam lá a noite, porque houve noites passadas nas ilhas para captar tudo. Mas os concorrentes também tiveram os seus momentos completamente sozinhos. As viagens de barco demoravam 35/ 40 minutos", continuou Cláudia Vieira.
"Nós tínhamos uma base, onde tínhamos toda a produção, os equipamentos, tudo, e muitas vezes, dependendo da hora a que chegávamos não podíamos vir com os barcos até à praia, tínhamos de caminhar dentro de água porque tínhamos de trazer o material, foi um trabalho duro e exigente a nível físico, de lidarmos com as adversidades do dia a dia de trabalho", terminou contando como era o planeamento.
Com a confirmação de renovação com a Adidas, empresa vai trazer de volta clássico detalhe na farda das águias após uma década
19 Set 2026 | 13:00 |
A camisola do Benfica deverá recuperar um elemento clássico na próxima temporada. Segundo o 'Footy Headlines', portal especializado em equipamentos desportivos, o modelo dos encarnados para 2027/28 deverá voltar a apresentar a tradicional gola, numa mudança que acontecerá precisamente 10 anos depois da última vez em que o detalhe marcou presença na camisola principal, em 2017/18.
A gola já fez parte do equipamento das águias em várias ocasiões ao longo dos últimos anos, nomeadamente nas temporadas de 2007/08, 2009/10, 2010/11 e 2012/13. O novo equipamento deverá ser apresentado, como é habitual, no início do verão de 2027, altura em que será conhecida a nova ‘pele’ do Clube da Luz.
A camisola continuará a ser produzida pela Adidas, depois de o Benfica ter oficializado recentemente a renovação da parceria com a marca alemã até 2033. O novo acordo representa também um importante reforço financeiro para os cofres encarnados.
Segundo os valores divulgados, o contrato irá render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo de seis anos, correspondentes a 20 milhões de euros por temporada. A verba representa o dobro do valor previsto no vínculo anterior e estabelece um novo máximo em Portugal no que diz respeito a acordos de fornecimento de equipamentos desportivos.
A Adidas mantém-se, desta forma, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica, bem como das restantes modalidades do clube. A renovação da parceria foi inicialmente avançada pelo Record. Para 2027/28, a marca alemã prepara, assim, uma camisola com um detalhe que promete recuperar uma imagem bem conhecida pelos adeptos encarnados.
Valor representa dobro da verba prevista no anterior vínculo e estabelece um novo recorde em Portugal no que diz respeito a contratos do género
15 Set 2026 | 09:49 |
O Benfica oficializou a renovação da parceria com a Adidas até 2033, num acordo que representa um importante reforço financeiro para os cofres do Clube da Luz. O novo contrato vai render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo dos próximos seis anos, à razão de 20 milhões por temporada.
O valor representa o dobro da verba prevista no anterior vínculo e estabelece um novo recorde em Portugal no que diz respeito a contratos de equipamentos desportivos. A Adidas mantém-se, assim, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica e das restantes modalidades. A renovação foi avançada pelo Record.
Mas a nova parceria vai mais longe. A marca alemã adquiriu também os direitos de naming do centro de formação encarnado, no Seixal. Desta forma, o atual Benfica Campus passa a chamar-se Adidas Benfica Campus, reforçando ainda mais a presença da multinacional na estrutura do Clube.
O acordo agora anunciado surge depois de cerca de um ano de negociações entre as duas partes. Benfica e Adidas decidiram rever antecipadamente as condições do contrato assinado em 2021, que tinha validade até 2027. A evolução da marca Benfica e o crescimento da sua valorização comercial permitiram às águias renegociar os termos da parceria e alcançar uma atualização financeira bastante significativa.
Com 20 milhões de euros por ano garantidos, o Benfica assegura uma fonte de receita de enorme dimensão e estabelece um novo máximo no mercado nacional. A extensão da parceria até 2033 confirma ainda a confiança da Adidas no projeto encarnado e aprofunda uma ligação que se mantém há vários anos.
Nome ligado aos encarnados surge agora associado a um caso criminal que está a causar enorme impacto e a deixar muitos adeptos completamente surpreendidos
14 Set 2026 | 12:35 |
Um caso investigado pela Polícia Judiciária está a causar enorme impacto e envolve uma pessoa ligada ao Benfica. A investigação decorre há vários meses e levou já à detenção de dois homens, num processo que está a gerar grande atenção.
Segundo o Correio da Manhã, um dos detidos é João Paulo Santos, de 46 anos, conhecido por estar ligado ao tratamento e amestramento da águia Vitória - que já foi provocada por adeptos do Nice. O homem surge no processo que está a ser investigado pelas autoridades, numa operação que teve como cenário o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.
De acordo com a mesma fonte, o esquema envolvia malas carregadas de cocaína, transportadas em voos provenientes da América do Sul e posteriormente retiradas à saída dos aviões. João Paulo Santos é suspeito de ajudar um funcionário de uma empresa de "handling" a retirar a droga do aeroporto.
A Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da Polícia Judiciária (UNCTE/PJ) investigava o esquema há cerca de quatro meses. Os dois homens foram detidos na sexta-feira e, segundo o Correio da Manhã, ficaram ambos em prisão preventiva.
A ligação de João Paulo Santos ao Benfica acaba por colocar o caso ainda mais em destaque, uma vez que o detido é apontado como um dos responsáveis pelo tratamento e amestramento da águia Vitória. As suspeitas estão agora sob investigação judicial, sendo as responsabilidades dos envolvidos determinadas pelas autoridades competentes.