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Bomba! Depois de nega a Rui Costa, Ruben Amorim quer tirar central do Benfica
17 Jun 2026 | 17:26
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Futebol
10 Set 2024 | 11:29 |
Pedro Brinca, num artigo de opinião publicado no jornal Record, comentou a contratação de Bruno Lage e questiona como é que, depois de um despedimento por maus resultados em 2020, o Benfica decide voltar a assinar com esse treinador.
"O futebol é mesmo um fenómeno único, talvez apenas comparável com a política. Só assim se percebe que a solução para a crise atual da equipa principal de futebol do Benfica seja aquela que foi identificada como o problema em junho de 2020", começa por dizer.
"Concorde-se ou não com a escolha, é ele que está lá agora e precisa do apoio dos adeptos"
O professor de economia continua dizendo que até perceberia se após a saída do Benfica, o treinador tivesse um trajeto espetacular: "Seria possível que Bruno Lage, após ter sido despedido, tivesse feito um percurso extraordinário que tivesse posto a nu o erro da decisão".
"Mas não. Após ter saído do Benfica Bruno Lage fez uma boa época no Wolverhampton mas não resistiu aos maus resultados do início da época seguinte e foi despedido. Rumou ao Botafogo, mas apenas 5 vitórias em 16 jogos numa equipa que – quando Lage substituiu Luís Castro no comando liderava o Brasileirão com 13 pontos de vantagem – foram insuficientes para manter o lugar e voltou a ser despedido em outubro do ano passado", prossegue Pedro Brinca.
O economista termina apelando aos adeptos para não mandarem a toalha ao chão: "Para já fica a expetativa que Bruno Lage consiga melhor o nível exibicional da equipa e volte a entusiasmar os adeptos. Concorde-se ou não com a escolha, é ele que está lá agora e precisa do apoio dos adeptos. Que tenhamos a paciência para não desanimar ao primeiro problema. Mesmo a cavalgada triunfante de Bruno Lage para o ‘38’ em 2018/19 começou com uma primeira parte frente ao Rio Ave em que perdíamos 2-0 em casa aos 25 minutos, e em que os adeptos não desistiram de apoiar a equipa".
Novo treinador das águias já começa a preparar o arranque dos trabalhos dos encarnados, nos quais terá está a contar com algumas surpresas
18 Jun 2026 | 10:34 |
A uma semana do arranque da pré-época, Marco Silva e a estrutura do Benfica têm praticamente concluídos todos os detalhes da preparação para a nova época. Entre as decisões já tomadas está a integração de seis jovens talentos da formação nos trabalhos da equipa principal, numa oportunidade para se mostrarem ao novo treinador.
Segundo avança o Record, João Fonseca, Rui Silva, Miguel Figueiredo, Gonçalo Moreira, Jaden Umeh e Peter Edokpolor são os jogadores escolhidos para participar nos trabalhos de pré-época, ficando sob observação da equipa técnica encarnada. Alguns destes nomes já estiveram próximos da realidade da equipa principal na última temporada.
É o caso de Gonçalo Moreira, médio que mereceu elogios públicos de José Mourinho, que chegou a admitir ter um “fraquinho” pelo jogador. Outros chegam à pré-temporada embalados por um final de época positivo, como Jaden Umeh, que recentemente se estreou pela seleção principal da Irlanda em encontros de preparação diante de Qatar e Canadá. Conheça os jovens.
Com 19 anos, o defesa-central já treinou com a equipa principal e chegou mesmo a integrar convocatórias de José Mourinho, embora sem somar qualquer estreia oficial. Na última temporada realizou 20 jogos ao serviço da equipa B.
Também com 19 anos, o central assumiu-se como uma das opções regulares da equipa B e participou igualmente na Youth League. Com 1,89 metros de altura, destaca-se sobretudo pela sua capacidade no jogo aéreo e presença física.
Aos 17 anos, o médio protagonizou uma rápida evolução ao longo da temporada. Iniciou o percurso nos sub-19, conquistou espaço na equipa B e chegou mesmo a ser chamado à equipa principal. No currículo conta já com o título de campeão do Mundo de sub-17.
O médio de 20 anos é um dos nomes mais bem cotados entre os jovens encarnados. Depois de somar sete golos e seis assistências pela equipa B, estreou-se pela equipa principal e continua a ser visto como uma das principais promessas do clube.
O extremo, de 18 anos, vive um dos momentos mais marcantes da carreira ao ter representado recentemente a seleção principal da Irlanda. Na última época disputou 14 partidas pelos sub-19 e realizou ainda uma aparição pela equipa B. A velocidade e a qualidade técnica são algumas das características que mais o distinguem.
Com 19 anos e 1,92 metros de altura, o avançado nigeriano é apontado como uma das promessas emergentes do futebol do seu país. Na temporada passada marcou quatro golos em 22 encontros pela equipa B e terá agora a oportunidade de demonstrar o seu potencial junto da equipa principal.
Médio foi eleito o melhor jogador do Torneio de Toulon e despertou o interesse de clubes estrangeiros, mas algumas condições estão descartadas
18 Jun 2026 | 10:13 |
João Rego continua a somar admiradores após a excelente participação no Torneio de Toulon, competição conquistada por Portugal. O médio ofensivo, de 20 anos, destacou-se como uma das principais figuras da prova, terminando como melhor marcador com cinco golos e arrecadando ainda o prémio de melhor jogador do torneio.
A atuar numa posição mais central, como número 10, aquela em que se sente mais confortável, o jogador do Benfica evidenciou toda a sua qualidade e voltou a reforçar a candidatura a um papel mais relevante na próxima temporada.
As exibições em França não passaram despercebidas e o jovem internacional português já desperta interesse de vários clubes. Ainda assim, a prioridade de João Rego passa por integrar a pré-temporada das águias e tentar convencer Marco Silva a apostar nele em 2026/27.
No último mercado de inverno, o médio esteve próximo de rumar ao Famalicão e ao PAOK, mas acabou por permanecer na Luz. Pouco depois, renovou contrato com o Benfica até 2030, ficando protegido por uma cláusula de rescisão fixada nos 100 milhões de euros.
Apesar da ambição de conquistar espaço na equipa principal, João Rego não fecha a porta a uma saída temporária durante o próximo mercado de verão. O jovem formado no Seixal pretende aumentar o número de minutos ao mais alto nível e, caso considere que essa oportunidade poderá ser mais difícil de alcançar na Luz, um empréstimo surge como uma possibilidade em cima da mesa para prosseguir o seu processo de crescimento competitivo.
Central das águias assume responsabilidade pelo golo sofrido na partida do Mundial e lamentou erros da equipa na parte de construção
18 Jun 2026 | 09:42 |
Tomás Araújo assumiu responsabilidades no golo sofrido por Portugal diante da República Democrática do Congo, no empate (1-1) registado na estreia da Seleção Nacional no Mundial. O defesa-central, de 24 anos, reconheceu ainda que a equipa teve dificuldades para criar oportunidades suficientes para conquistar a vitória.
Tomás Araújo sobre golo sofrido em Portugal - Congo: "Tenho de estar melhor..."
À saída do encontro, na zona mista, o jogador do Benfica lamentou a falta de capacidade ofensiva da equipa portuguesa: “Houve muito passe lateral e para trás. Não conseguimos criar muito perigo. A segunda parte mudou um bocadinho e criámos algumas ocasiões, mas foi insuficiente. E depois sofremos um golo de bola parada que não pode acontecer...”, afirmou.
O central não fugiu às responsabilidades no lance que resultou no golo congolês, admitindo que poderia ter feito mais para evitar o desfecho da jogada: “O homem entrou ali nas minhas costas... Tenho de estar melhor e falar também com eles. Vamos trabalhar nisso”, reconheceu.
Tomás Araújo destacou ainda as dificuldades encontradas perante a organização defensiva do adversário: “Tivemos muita bola, mas não conseguimos criar perante o bloco baixo e a linha de cinco. Faltou circular melhor a bola e conseguir jogar entre linhas”, explicou.
“É o início, ainda falta muito. Temos muita confiança em nós. Confiem em nós que vai correr bem”, pediu. Durante a segunda parte, o defesa apresentou algumas queixas físicas, mas afastou qualquer preocupação em relação ao seu estado clínico. “Foi no músculo posterior, mas em princípio está tudo bem”, garantiu.