Futebol
Central que Rui Costa quer no Benfica faz 90 minutos e ajuda a derrotar Man City (2-1)
24 Out 2026 | 16:16
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
01 Out 2024 | 10:38 |
Rui Malheiro debruçou-se sobre o próximo encontro do Benfica, dia 2 de outubro, e analisou estrategicamente o plantel do Atlético Madrid, bem como a sua “invencibilidade”. O analista de futebol anteviu que os encarnados terão de ter uma “precisão enorme na execução” para o sucesso.
“É de lugares-comuns típicos dos gurus da autoajuda, como "pensar jogo a jogo" ou "não interessa o que ganhamos ontem e hoje, mas sim o que faremos amanhã", que Diego Simeone erigiu um ideário que reside no acasalamento entre o que foi como jogador e o que pensa como treinador. Chamam-lhe "Cholismo”, começou por dizer o analista.
“Isto porque se sustém na firmeza de um processo defensivo coriáceo e na ferocidade e incisividade, desenlaçadas de nota artística, com que procura aniquilar os antagonistas, asseverando um jogar pleno de verticalidade e contundente no assalto aos espaços vazios”, continuou, reconhecendo a qualidade da turma espanhola.
“As características centrais do Atlético Madrid, que se mantém invencível neste exercício (5 vitórias e 4 empates), não se metamorfoseiam. A organização estrutural preferencial é o 3x5x2, partindo muitas vezes de um 5x3x2, mas, após ténues passagens pelo 3x4x2x1, desaguou, nos últimos dois jogos, no 4x4x2, para conciliar Griezmann, Álvarez e Sorloth”, acrescentou Rui Malheiro.
“Uma das equipas europeias mais fortes, fruto de um bloco curto e compacto.”
“Contudo, não será estranho que, na Luz, regresse ao 3x5x2, com variações para o 3x4x2x1, com um dos médios a saltar uma linha. Não sendo também de excluir que Correa, determinante em 3 dos últimos 4 golos, deixe de ser um jóquer e possa ser titular. A reação à perda e ao ganho é enérgica, assim como a belicosidade colocada na pressão, tanto em zonas mais altas como em zonas médias e baixas, onde se manifesta uma das equipas europeias mais fortes, fruto de um bloco curto e compacto", continuou.
“Correr o risco de atrair a pressão do Atlético poderá permitir que os encarnados entrem no bloco rival, mas aí exige-se uma precisão enorme na execução, tanto em busca de passes de rutura para o espaço entre centrais, como a chamar a largura nos corredores laterais para chegar a zonas de finalização com cruzamentos”, terminou.
Lateral está na mira das águias em meio a possível negociação de pérola da formação, mas negociação com clube brasileiro é complicada, apurou o nosso Jornal
25 Out 2026 | 03:00 |
O Benfica está atento a Agustín Giay, lateral-direito do Palmeiras, que tem sido observado pela estrutura encarnada, sabe o Glorioso 1904. O futebolista argentino encontra-se referenciado pelas águias, que procuram avaliar soluções para reforçar o corredor direito da defesa.
Ainda assim, uma eventual abordagem promete não ser simples, tendo em conta a posição do emblema brasileiro relativamente à saída do jogador. A necessidade de reforçar esta zona do terreno está relacionada com diferentes fatores. As lesões de Alexander Bah têm condicionado a disponibilidade do dinamarquês, enquanto Daniel Banjaqui, apesar do potencial demonstrado, continua a ser um jovem em fase de crescimento.
Agustín Giay reúne características que justificam a atenção dos responsáveis encarnados. O lateral, que representa o Palmeiras, tem sido acompanhado ao longo dos últimos meses, numa observação que permite à estrutura avaliar o seu perfil e a possível adaptação ao futebol português.
Contudo, o Palmeiras não pretende facilitar uma eventual saída do defesa argentino. O clube brasileiro considera importante manter as suas opções e poderá dificultar as negociações caso o Benfica decida avançar com uma proposta.
Desta forma, o ala de 22 anos continua no radar do Benfica, numa análise que se prolonga há vários meses e que acompanha a procura por soluções para o lado direito da defesa. A situação de Bah e a juventude de Banjaqui ajudam a explicar a atenção dada ao atleta.
Águias passam por cima dos leões no dérbi dentro da sua casa e chegam ao topo da classificação com uma goleada e um jogo a menos
24 Out 2026 | 17:47 |
O Benfica venceu o Sporting por 4-1, na Luz, num dérbi marcado por uma reviravolta encarnada e que permitiu às águias assumir a liderança da Liga feminina. Com este triunfo, a equipa chegou aos 12 pontos em quatro jornadas, deixando as rivais leoninas para trás.
O encontro começou da melhor forma para o Sporting. Logo aos cinco minutos, Ana Dias aproveitou o adiantamento de Lena Pauels e assinou um chapéu de grande qualidade, colocando as leoas em vantagem e quebrando a invencibilidade defensiva do Benfica no campeonato.
A resposta da equipa de Ivan Baptista - que provocou o clube de Alvalade na antevisão - não tardou. Aos 11 minutos, Nycole Raysla ultrapassou Ágata Filipe em velocidade, puxou a bola para o pé esquerdo e rematou colocado para restabelecer a igualdade. A reviravolta surgiu aos 31 minutos, quando Anna Csiki aproveitou uma bola que sobrou na área leonina para fazer o 2-1. Antes do intervalo, Nycole Raysla voltou a marcar, desta vez de cabeça, na sequência de um canto, ampliando a vantagem benfiquista para 3-1 e completando o bis no dérbi.
Na segunda parte, o Sporting procurou reagir, mas revelou dificuldades em criar perigo consistente e em travar o domínio das encarnadas. Cassie Coster ainda evitou um resultado mais pesado com várias intervenções, incluindo uma defesa de grande nível aos 75 minutos, perante um remate de Carolina Tristão.
A resistência leonina terminou aos 87 minutos. Carolina Tristão cruzou e Andreia Norton apareceu para desviar com o pé direito, com a bola ainda a tocar no poste antes de entrar na baliza do Sporting. O 4-1 confirmou uma vitória expressiva do Benfica, que aproveitou o dérbi para somar a quarta vitória em quatro jogos e subir ao primeiro lugar da classificação.
Após início onde aparentava ser o melhor jogador da equipa encarnada, jogador caiu de rendimento e pode vir a ser banco das águias
24 Out 2026 | 17:09 |
Rafa Silva atravessa uma fase menos positiva no Benfica. Apesar da quebra de rendimento, o avançado português, de 33 anos, continua a ser o terceiro melhor marcador do plantel, com cinco golos e uma assistência, atrás de Prestianni, que soma nove tentos, e de Pavlidis, autor de 16 golos em 16 jogos.
Contratado ao Besiktas em janeiro por 5 milhões de euros, Rafa não marca nem assiste os companheiros há praticamente dois meses. O último golo surgiu a 27 de agosto, diante do Aarhus, na Dinamarca, num encontro que terminou com a vitória encarnada por 3-1, na qualificação para a fase de liga da Liga Europa.
Esta temporada, o internacional português contabiliza 15 jogos, 14 dos quais como titular. Contudo, as exibições mais recentes têm ficado aquém das expetativas. No encontro frente ao Omonia, na quinta-feira, voltou a integrar o onze inicial, mas teve uma prestação discreta.
Ao mesmo tempo, a concorrência no setor ofensivo ganha força. Lukebakio tem dado sinais positivos, enquanto Prestianni e Schjelderup também procuram aproveitar as oportunidades para convencer Marco Silva, o que pode influenciar na saída de Rafa do time titular.
O momento de Rafa poderá, assim, abrir espaço a outras opções na frente de ataque do Benfica. Para o treinador encarnado, a subida de rendimento dos jogadores mais jovens representa uma alternativa importante, numa altura em que o internacional português procura recuperar a influência que demonstrou no início da época.