Futebol
Vítor Pinto 'pressiona' Rui Costa e exige transparência no Benfica: "A grande dúvida é..."
11 Jun 2026 | 13:36
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
11 Abr 2026 | 15:27 |
José Mourinho realizou uma conferência de imprensa marcada por temas que continuam a dar que falar. Presente na sala de imprensa, no Seixal, o treinador do Benfica - que já tinha anunciado novidades - revelou que há mais atletas convocados, afirmando que se tinha esquecido, frisando que não é um "mentiroso", como a imprensa deu a entender.
José Mourinho: "E tenho de ter muito cuidado com as coisas que digo aqui porque chamaram-me mentiroso na semana passada por um detalhe"
"E entra o Aursnes e o Barreiro. Esqueci-me. E tenho de ter muito cuidado com as coisas que digo aqui, porque chamaram-me mentiroso na semana passada por um detalhe", começou por dizer José Mourinho, quando questionado sobre os lesionados que estão entregues ao departamento médico.
"Disse que o Prestianni nunca tinha cá vindo e levaram exatamente à letra e chamaram-me mentiroso, porque um jogador que em três dias de treino fica dois dias em casa de cama e se apresenta no Seixal um dia, onde faz um pequeno treino condicionado, a minha expressão de 'nem sequer veio ao Seixal' foi o suficiente para me catalogarem de mentiroso", recordou o Special One.
José Mourinho: "Aqui é que há mentira. Um dos dois é mentiroso. O mentiroso foi o que disse que a reunião foi um vulcão"
"Então eu faço uma pergunta relativamente a mentirosos: houve uma reunião entre mim e os jogadores há um par de dias, dois jornalistas que trabalham para a mesma empresa, um escreveu "reunião fantástica, decorrida com grande empatia, o treinador sempre com um tom de voz baixo, sem nenhuma acusação direta"", adiantou o técnico encarnado.
"Mesma empresa, um colega, "a reunião foi um vulcão, o treinador humilhou diretamente o Lukebakio à frente dos restantes companheiros". Aqui é que há mentira. Um dos dois é mentiroso. O mentiroso foi o que disse que a reunião foi um vulcão. O outro tinha boas informações. Tinha as informações corretas", concluiu José Mourinho.
Emblema da Luz continua a aguardar o pagamento total pelo jogador que não conseguiu singrar durante a sua estadia de águia ao peito
11 Jun 2026 | 16:38 |
Um ano depois da saída de Arthur Cabral para o Botafogo, continuam a surgir desenvolvimentos relacionados com a transferência do avançado brasileiro. O jogador deixou o Benfica a 9 de junho de 2025, numa operação avaliada em 12 milhões de euros fixos, aos quais poderiam acrescer mais 3 milhões mediante o cumprimento de objetivos.
No entanto, segundo informações agora reveladas no âmbito do processo de Recuperação Judicial do emblema carioca, o Botafogo terá liquidado apenas cerca de um milhão de euros do valor acordado com os encarnados. De acordo com o juiz Marcelo Mondego de Carvalho Lima, da 2.ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, o clube brasileiro mantém uma dívida de 11,1 milhões de euros ao Benfica.
A situação surge numa altura particularmente delicada para a SAD do Botafogo, que enfrenta dificuldades financeiras significativas após a gestão liderada pelo empresário norte-americano John Textor. Segundo os dados divulgados no processo, o passivo do clube ascende atualmente aos 214 milhões de euros. Apesar do atraso nos pagamentos, o Benfica continua salvaguardado numa eventual futura transferência do avançado, mantendo direito a 10 por cento da mais-valia de uma venda futura de Arthur Cabral.
Entretanto, os problemas do Botafogo não se ficam pela situação financeira. O clube brasileiro foi recentemente alvo do sexto transfer ban imposto pela FIFA, desta vez devido a uma dívida relacionada com a contratação de Lucas Villalba ao Nacional de Montevideu, concretizada em janeiro deste ano.
Além deste caso, o emblema carioca já acumulava outras cinco sanções semelhantes. Quatro delas estão relacionadas com dívidas pendentes junto de Atlanta United, Ludogorets, New York City e Zenit, referentes às transferências de Thiago Almada, Rwan Cruz, Santiago Rodríguez e Artur. A quinta punição resulta do incumprimento no pagamento de multas administrativas.
Em consequência a um acontecimento ocorrido no Estádio do Dragão em janeiro, organismo pertencente à Federação Portuguesa de Futebol tomou ação
11 Jun 2026 | 15:23 |
O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol aplicou uma multa de 3.060 euros ao Porto, na sequência dos acontecimentos registados no jogo frente ao Benfica, referente aos quartos de final da Taça de Portugal, disputado a 14 de janeiro. A decisão foi tomada por unanimidade e está relacionada com falhas na organização e controlo de acesso dos adeptos encarnados ao recinto.
O processo surgiu após uma participação apresentada pela SAD do Benfica, que denunciou um alegado "tratamento discriminatório" e "humanamente degradante" aos seus adeptos. Em causa esteve o atraso significativo na entrada de centenas de adeptos encarnados, muitos dos quais acabaram por perder toda a primeira parte do encontro.
Entre as situações apontadas, destacou-se ainda a obrigatoriedade de vários adeptos, incluindo crianças e idosos, retirarem o calçado durante as revistas de segurança realizadas no exterior do estádio, numa zona com o pavimento molhado ou húmido devido às condições atmosféricas.
Na defesa apresentada ao CD, o Porto atribuiu as responsabilidades ao atraso na chegada dos adeptos visitantes e a episódios de desordem junto aos acessos. Os dragões justificaram ainda as revistas ao calçado com recomendações das autoridades, tendo em conta antecedentes relacionados com a introdução e arremesso de material pirotécnico.
Contudo, o Conselho de Disciplina concluiu que, apesar de a medida poder ser admissível do ponto de vista da segurança, o Porto não garantiu "condições mínimas de conforto" aos espetadores. O acórdão refere também falhas na gestão dos acessos, com postos de controlo disponíveis sem utilização enquanto centenas de adeptos permaneciam retidos durante largos períodos.
A decisão destaca ainda uma situação de "negligência consciente", uma vez que o promotor terá ignorado diversos alertas das forças de segurança para acelerar o processo de entrada. Na definição da sanção, o CD teve igualmente em conta o histórico recente de infrações do Porto relacionadas com a organização de espetáculos desportivos.
Ex jogador dos encarnados terá sido o escolhido para comandar campanha de trazer de volta à Premier League equipa que acabou de ser despromovida
11 Jun 2026 | 14:45 |
César Peixoto poderá estar a caminho da primeira experiência internacional como treinador, sendo apontado como o próximo técnico do Wolverhampton. O antigo jogador do Benfica, de 46 anos, prepara-se para deixar o Gil Vicente, após uma época de destaque em Barcelos, na qual conduziu os galos ao 6.º lugar da I Liga e somou 50 pontos, a terceira melhor marca de sempre do clube no principal escalão.
Segundo avançou o jornalista Fabrizio Romano, especialista em mercado de transferências, já existe um princípio de acordo entre o treinador português e o clube inglês, com vista à assinatura de um contrato válido por duas temporadas. O nome de César Peixoto chegou a ser ligado ao Benfica, mas o Glorioso 1904 adiantou que não havia interesse por parte das águias.
O Wolverhampton, que na próxima temporada irá competir no Championship, anunciou entretanto a saída de Rob Edwards do comando técnico, num processo de reestruturação com o objetivo de regressar rapidamente à Premier League.
Em comunicado, o clube explicou a decisão, sublinhando a necessidade de uma nova direção desportiva para a fase seguinte do projeto. O emblema inglês não confirma o nome do sucessor, mas refere que o processo de escolha do novo treinador já está em curso, com o objetivo de identificar um líder capaz de conduzir o clube na nova etapa do projeto desportivo.
“Após uma revisão exaustiva no final da temporada, o clube determinou que uma mudança na liderança é necessária à medida que os Wolves entram na próxima fase do seu desenvolvimento. Embora o clube reconheça os desafios significativos enfrentados por Edwards e pela sua equipa durante o seu mandato, e valorize o compromisso e profissionalismo demonstrados, concluiu, em última análise, que uma direção desportiva diferente proporcionaria a melhor base para o sucesso futuro", pode ler-se.