Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
08 Fev 2025 | 10:04 |
Benfica e Moreirense entram em campo esta tarde, 8 de fevereiro, às 18h00, no Estádio da Luz, em partida a contar para a 21.ª jornada da Liga Portugal Betclic. Este vai ser o segundo embate entre as duas formações na presente temporada desportiva, sendo que o primeiro duelo aconteceu em Moreira de Cónegos, no final de setembro e desde esse fatídico empate, muito mudou no Clube da Luz.
A primeira alteração foi logo no comando técnico dos encarnados. Na altura, o empate sofrido frente aos cónegos acabou por ser um autêntico pesadelo para toda a nação Benfiquista, especialmente para Roger Schmidt. O técnico alemão chegou ao fim da reta e não resistiu a mais um resultado negativo, o germânico já se encontrava sobre gelo fino depois da derrota frente ao Famalicão, na ronda inaugural. Bruno Lage, atual timoneiro, foi escolhido como seu sucessor.
Volvidos sete meses desde o primeiro confronto, no reduto do Moreirense, o onze inicial do Clube da Luz também sofrido algumas alterações desde essa última partida. Na altura, Roger Schmidt escolheu Gianluca Prestianni para jogar nas costas de Vangelis Pavlidis, no entanto, com a chegada do setubalense, o argentino foi perdendo espaço e agora foi remetido para a equipa B do Glorioso.
Quem também viu a sua sina mudar com a chegada de Bruno Lage foi Alexander Bah. O dinamarquês, quando o alemão estava no comando técnico, era dono e senhor do lado direito da defesa. Com a chegada do português, o camisola 6 do Benfica manteve o lugar, no entanto, no último mês e meio, tem ido para o banco de suplentes com a sua vaga a ficar à responsabilidade de Tomás Araújo.
Quem também marcou presença na partida em Cónegos e que não vai poder dar contributo no encontro desta tarde, é Ángel Di Maria, o camisola 11 foi titular na primeira volta, mas saiu lesionado no último encontro, frente ao Estrela Amadora. Além do argentino, o herói que resgatou o ponto do Glorioso, Marcos Leonardo, também não estará cá para ajudar. O brasileiro, recorde-se, foi vendido ao Al Hilal de Jorge Jesus.
Escolha das marcas está a gerar opiniões distintas e as águias acabaram envolvidas numa análise que não passou despercebida
23 Set 2026 | 17:25 |
Os clubes europeus têm apostado cada vez mais na criação de diferentes equipamentos para os vários momentos da temporada, aumentando a variedade de camisolas disponíveis para os adeptos. Além dos tradicionais equipamentos principal e alternativo, existem atualmente versões para a Liga dos Campeões, aniversários, viagens, aquecimento e até para utilizar fora dos estádios.
O Benfica foi um dos clubes analisados pela ESPN neste início de temporada devido à camisola de aquecimento utilizada antes dos jogos. A publicação norte-americana decidiu avaliar os equipamentos de vários emblemas europeus, dando particular atenção às escolhas de padrões e cores feitas pelas diferentes marcas.
A ESPN destacou precisamente a liberdade que as marcas assumem neste tipo de equipamentos, com desenhos mais arrojados e combinações de cores que dificilmente seriam utilizadas nas camisolas oficiais. Foi neste contexto que a camisola do Benfica acabou por receber uma avaliação particularmente negativa por parte da publicação norte-americana.
ESPN: "Parece um erro de produção terrível"
"Um forte candidato a ser a camisola mais feia de 2026/27. Horrível padrão manchado, agravado por tons agressivos e de vermelho e roxo, que não funcionam. Parece um erro de produção terrível. Talvez não seja tarde demais para recolher?", escreveram, colocando o manto sagrado entre os menos apelativos da análise realizada aos clubes europeus.
Do outro lado da avaliação, o Barcelona - de João Cancelo - acabou por ser a escolha preferida, com as duas camisolas pré-jogo dos catalães a figurarem entre as mais bonitas. A análise demonstra, assim, como os equipamentos de aquecimento permitem às marcas assumir riscos maiores ao nível dos padrões e das cores, ainda que nem todas as apostas consigam convencer.
Clube vermelho e branco perdeu diante do rival azul e branco na sétima jornada do Campeonato Nacional, partida marcada pela expulsão de Lenglet
23 Set 2026 | 17:23 |
Clément Lenglet deixou uma baixa importante para a sua equipa após ter sido expulso no Clássico frente ao Porto. O central foi mandado para a rua na primeira parte e condicionou a estratégia das águias para o resto da partida, algo que foi bem aproveitado, segundo Nuno Vieira.
N. Vieira: " O Porto aproveitou uma espécie de força extra"
"Como disse o técnico do Benfica, foi uma questão de maturidade, ou falta dela, com o Porto a aproveitar uma espécie de força extra que emergiu ao longo da última época e que parece transportada para a campanha atual. E, como é natural nos clássicos, não faltou uma pitada de polémica", escreveu, no jornal 'O Jogo'.
De seguida, o diretor do jornal aproveitou para fazer uma semelhança com a época passada. "A arbitragem é tema incontornável nas discussões do futebol português e ao longo da semana haverá muitos comentários a fazer, mas a análise objetiva nas primeiras sete jornadas é simples: o Porto vai para a pausa do campeonato a contemplar o primeiro lugar e a sorrir perante os despistes dos rivais. Onde é que já se viu este filme", completou.
O internacional francês viu o primeiro cartão amarelo aos 25 minutos, na sequência de uma falta sobre Victor Froholdt junto à área do Benfica. 10 minutos mais tarde, Miguel Nogueira voltou a adverti-lo, desta vez com vermelho por acumulação, depois de Lenglet ter atingido André Silva com a mão esquerda na zona da nuca.
A expulsão terá ainda consequências no próximo compromisso do campeonato: Lenglet vai falhar o encontro entre Benfica e Vitória de Guimarães, marcado para 11 de outubro, às 18h00, no Estádio da Luz. Alessandro Circati deverá, assim, voltar a ter uma oportunidade no onze e formar dupla com Tomás Araújo.
Jovem jogador encarnado está a ser um dos principais destaques da equipa de Marco Silva e recebeu grandes elogios por parte de figura
23 Set 2026 | 17:23 |
Gianluca Prestianni é um dos nomes que mais tem dado nas vistas neste arranque de temporada do Benfica. O extremo argentino continua a afirmar-se dentro das quatro linhas, mesmo com o seu corpo fransino, algo destacado por Rui Dias.
R. Dias: "Está a crescer sem limites"
"Prestianni apresenta impressionante número de invenções deliciosas na temporada, com ferramentas ao nível do último avanço tecnológico, suportadas em argumentos atléticos mais robustos do que o físico (1,66m e 58 kg) permite antever. Sendo um artista com truques nos pés, faz do engano a sua força motriz. Está a evoluir tanto que o produto final já conjuga o domínio da geometria e o modo correto de alimentá-la. Ao improviso de quem inventa pelo caminho, tem juntado soluções refinadas, dignas de um estratega impensável. Está a crescer sem limites", escreveu, na sua crónica ao jornal Record.
O redator e repórter principal do órgão comunicacional, acima referido, destaca a sua adaptação ao futebol europeu. "Teve de adaptar-se a um futebol mais repressivo e a obrigações táticas para manter o equilíbrio. Sofreu na pele a intransigência, mas resistiu ao potencial efeito triturador do instinto; não perdeu o prazer de jogar e competir e manteve intacto o ímpeto de emocionar plateias com soluções criativas, algumas delas geniais. Quando recebe a bola e vai direto ao assunto transporta o atrevimento de um louco, a graça de um menino e a magia dos craques abençoados por qualquer força divina", pode ler-se.
R. Dias: "O golo do Benfica no Dragão é exemplo de um definidor requintado"
Rui Dias enaltece a assistência de Prestianni no último clássico. "O golo do Benfica no Dragão é exemplo de um definidor requintado; de uma estrela com visão e armas sublimes, cujo desplante de conceber o único espaço disponível para respeitar a desmarcação de Bah, selou o encontro do dinamarquês com a bola entre o guarda-redes e uma linha de cinco jogadores do Porto. O passe, visto e analisado isoladamente, identifica um extraordinário criador; não apenas o feiticeiro de soluções individuais, mas um potencial multiplicador da produção coletiva", analisou.
No final, o jornalista afirma que o sul-americano pode ter "o mundo aos seus pés". "Prestianni permanece como gestor privilegiado de um momento (finta) cuja matéria-prima é constituída por domínio, imaginação, arranque, travagem e aceleração, com saída para onde o instinto decidir. Quando o ensaia perto da área, disparam as sirenes nas fortalezas contrárias; quando o executa mais longe a agitação leva ao frenesim de faltas, livres, cartões e um ambiente global que, por norma, beneficia quem o provoca. Se continuar a evoluir a este ritmo, mais cedo ou mais tarde, terá o Mundo a seus pés", concluiu.