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Futebol
01 Set 2025 | 08:12 |
O Benfica, antes da primeira paragem da época para os compromissos para as seleções, arrancou uma vitória a ferros diante o Alverca, num encontro onde a arbitragem deixou a desejar. No final do encontro, Mário Branco, Diretor-geral dos encarnados abordou o que aconteceu em campo e afirmou que o Clube da Luz vai estar ‘atento e vigilante’ ao que tem acontecido.
Mário Branco: “Praticamente sem férias conseguiram com distinção atingir os três objetivos a que nos prepusémos”
Antes de analisar o trabalho realizado pela equipa liderada por José Bessa, o dirigente encarnado começou por destacar o ‘sacrifício’ feito pelos jogadores do Glorioso: “Depois de uma pré-temporada, das mais desafiantes e exigentes do Benfica, praticamente sem férias conseguiram com distinção atingir os três objetivos a que nos prepusémos: vencer a Supertaça, entrar na fase de liga da Champions e vencer os jogos do campeonato, neste caso, os três que disputámos”.
Sobre a partida diante o Alverca, Mário Brancos reconheceu que houve algumas dificuldades: “Relativamente ao jogo de hoje, um jogo difícil, num relvado, tal como no Estrela, que deixou um bocadinho a desejar, e a partir do momento em que fomos reduzidos a 10 elementos, começou-se a notar o cansaço do jogo da Champions. Antes das paragens para as seleções é sempre difícil este tipo de jogos”.
Mário Branco: “O que nos preocupa e sobre o qual vamos estar atentos e vigilantes é se estes tipos de critérios de arbitragens”
Depois de Bruno Lage ter deixado duras críticas à arbitragem, Mário Branco, por sua vez, levantou dúvidas sobre a mesma: “O que nos preocupa e sobre o qual vamos estar atentos e vigilantes é se estes tipos de critérios de arbitragens se vão manter durante a temporada”.
“Acabámos por receber um cartão amarelo a cada duas faltas que fizemos. Parece-me extremamente rigoroso e até ilógico tendo em conta o tipo de jogo que aqui disputámos. Queria que estivéssemos todos atentos, vamos estar vigilantes e perfeitamente identificados com este tipo de coisas”, concluiu por fim o Diretor-geral do Benfica.
Antigo vice-presidente encarnado admite, ainda assim, que resultados da presente temporada ficaram aquém das expetativas
15 Mai 2026 | 17:36 |
António Figueiredo defendeu a continuidade de José Mourinho no comando técnico do Benfica em 2026/27, considerando que a estabilidade deve prevalecer numa fase delicada do Clube. O antigo vice-presidente encarnado admite que os resultados da temporada ficaram aquém das expetativas, mas entende que uma nova mudança no banco poderá agravar ainda mais a instabilidade interna, numa altura em que Marco Silva tem sido associado às águias.
A. Figueiredo: “Eu gostava que o Mourinho ficasse no Benfica"
Em declarações ao 'Record', explicou que a sua posição não se prende apenas com os títulos conquistados esta época: “Eu gostava que o Mourinho ficasse no Benfica e nem estou a analisar os resultados, porque, este ano, a única coisa que o Benfica guarda na sala de troféus é a Supertaça... conquistada por Bruno Lage. A minha motivação para que Mourinho continue tem a ver com a estabilidade”, afirmou.
O antigo dirigente reforçou ainda a ideia de que o Clube precisa de continuidade para voltar ao topo do futebol português: “Andarmos constantemente a mudar de treinador, de presidente e de dirigentes não resolve as situações. Se me limitasse a analisar os resultados, estaria, neste momento, a rezar pelo regresso de Bruno Lage”.
Apesar das críticas à época do Benfica, António Figueiredo recusou colocar em causa o valor de Mourinho, defendendo que o percurso do treinador continua intacto: “Os resultados não foram animadores, mas não retiram uma vírgula ao currículo de José Mourinho, construído por ele, ao longo do seu percurso”, destacou na CMTV.
António Figueiredo aproveitou ainda para afastar a ideia de que o plantel tem lacunas, apontando o crescimento de Andreas Schjelderup: “A equipa não está nada desequilibrada, o Benfica tem uma excelente equipa. Os jogadores têm é que ter minutos de jogos e confiança. Veja-se o exemplo do Schjelderup que, há quatro meses, era para ser vendido e agora é o melhor jogador do Benfica”, concluiu.
Pupilo de José Mourinho valorizou-se com as recentes exibições ao serviço do emblema encarnado e soma agora mais um pretendente de peso
15 Mai 2026 | 17:22 |
Andreas Schjelderup continua a ganhar destaque no mercado internacional depois da reta final de temporada em grande nível ao serviço do Benfica. O extremo norueguês valorizou-se com as recentes exibições e soma agora mais um pretendente de peso, com o Milan a surgir entre os clubes atentos à sua situação.
Segundo informações avançadas em Itália, o emblema de Milão já incluiu o 'camisola 21' encarnado na lista de potenciais reforços para a próxima época. Ainda assim, os italianos deverão adiar qualquer avanço concreto enquanto não definirem a nova estrutura diretiva e o próximo diretor desportivo.
O Benfica, por seu lado, não pretende facilitar uma eventual saída e aponta para valores superiores a 30 milhões de euros, que tem contrato até 2028 e cláusula de rescisão fixada nos 100 milhões. Além do Milan, também Barcelona e Como continuam atentos ao jogador.
Aos 21 anos, o internacional norueguês conseguiu dar a volta à situação que vivia no início da época. Depois de ter estado perto de sair para o Club Brugge, acabou por convencer José Mourinho e ganhou um papel importante, tornando-se uma peça influente no esquema encarnado.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Andreas Schjelderup — avaliado em 20 milhões de euros — já realizou 42 partidas: 27 na Liga Portugal Betclic, 10 na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal e uma na Taça da Liga. Nos 2.464 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, registou 10 golos e seis assistências.
Estrutura liderada por Mário Branco continua ativa na procura de reforços, mas também trabalha em possíveis saídas no plantel encarnado
15 Mai 2026 | 16:45 |
Richard Ríos, Andreas Schjelderup e Vangelis Pavlidis estão entre os jogadores que podem abandonar o Benfica no próximo mercado de verão, numa altura em que a SAD encarnada prepara uma profunda reformulação do plantel. Apesar de o Clube pretender manter algumas das principais figuras, o contexto financeiro e desportivo poderá obrigar à venda de pelo menos um dos ativos mais valiosos da equipa.
A estrutura liderada por Mário Branco continua ativa na procura de reforços, mas também trabalha em possíveis saídas que permitam ao Benfica ganhar margem financeira para atacar o mercado. O cenário de uma eventual ausência da UEFA Champions League aumenta ainda mais a necessidade de equilibrar as contas.
No meio-campo, Richard Ríos surge como o nome mais quente do mercado encarnado, segundo o jornal 'A Bola'. Depois de um arranque irregular após a chegada do Palmeiras, o internacional colombiano valorizou-se e continua referenciado por clubes de Itália e Inglaterra. O Nápoles e o Manchester United são dois dos emblemas atentos à situação do médio, por quem o Benfica espera encaixar mais de 30 milhões de euros.
Também Schjelderup e Pavlidis continuam a despertar forte interesse internacional. O extremo norueguês ganhou protagonismo ao longo da época, sobretudo nas competições europeias e chegou a ser associado ao Barcelona. Já o avançado grego mantém mercado ativo, especialmente em Inglaterra, onde continua a alimentar o desejo de jogar na Premier League, com o Benfica disposto a negociar por valores próximos dos 50 milhões.
Além destas possíveis transferências, existem outros dossiês em aberto no plantel encarnado, incluindo situações como a de Franjo Ivanovic. Ainda assim, é sobretudo através de Ríos, Schjelderup e Pavlidis que a SAD acredita poder garantir os encaixes financeiros necessários para reconstruir a equipa e preparar a próxima temporada.