Futebol
Cuidado, Benfica! Fulham quer fazer de tudo para ouvir um "sim" de Marco Silva
23 Mai 2026 | 11:50
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
23 Mar 2026 | 12:22 |
Meses depois do que aconteceu, agora mais aliviado, Andreas Schjelderup contou quão "horrível" foi lidar com a condenação que colocou o seu nome nas bocas do Mundo. Sem saber o que fazer, numa "situação incrivelmente estranha", o jogador do Benfica - que vê lateral dinamarquês a partir no final da época - fechou-se e guardou segredo da própria família.
Andreas Schjelderup: "Senti que a minha vida tinha acabado"
O telefonema da polícia dinamarquesa, a 23 de junho do ano passado, mudou tudo. Depois de ficar a saber da acusação por partilhar um vídeo com conteúdo sexual a envolver menores, Schjelderup brilhava ao serviço das águias no Mundial de Clubes - foi mesmo a figura da vitória, por 1-0, diante do Bayern Munique. "Senti que a minha vida tinha acabado, não sabia o que fazer", admitiu, em entrevista à TV2, da Noruega.
"É um assunto do qual não me orgulho", disse ainda, sobre uma situação que lembra como uma "hemorragia cerebral". "Até então, sentia que tinha vivido a vida sem cometer um único erro. Sempre pratiquei boas ações e fui um bom exemplo. Sei que fui um modelo para muitos, tenho consciência disso", disse.
Andreas Schjelderup: "Senti que foi um erro que eu próprio cometi e que queria corrigir sozinho"
"Senti que foi um erro que eu próprio cometi e que queria corrigir sozinho. Senti que o mundo desabou. Naquele momento, pensas que a tua vida acabou", lembrou o jovem extremo norueguês, que colocou quem o rodeia ao corrente em setembro, dias antes do caso tornar-se público.
"O meu pai tem sido um dos meus maiores apoios e ajudou-me a encontrar a calma. Tanto ele como o resto da família têm sido muito bons para mim", contou, lamentando o ocorrido há mais de dois anos, quando representava o Nordsjaelland. Naquela época, partilhou um vídeo com um grupo de amigos na rede social Snapchat, um ato que defende ter sido irrefletido.
Imprensa local assume que emblema de Istambul tem solução ideal para conseguir contornar exigências financeiras impostas pelas águias
23 Mai 2026 | 12:50 |
O Beşiktaş está interessado em contratar Vangelis Pavlidis e terá um plano para convencer o Benfica. Com base nas informações que têm sido veiculadas na Turquia, o emblema de Istambul está ciente das exigências financeiras das águias — que querem 50 milhões de euros —, contudo, o valor não deve ser um obstáculo para o clube.
Segundo explicou o Fanatik, o Beşiktaş já terá engendrado um plano para contornar o valor que o Benfica está a exigir para negociar o futebolista de 27 anos. Com base na mesma fonte, o emblema de Istambul está disposto a pagar 20 milhões de euros — nem metade da quantia fixada —, números que podem subir mediante objetivos com base no rendimento do atleta.
Segundo o diário desportivo local, o perfil do camisola 14 do Benfica enquadra-se nas características que Önder Özen, o novo diretor para o futebol do Beşiktaş, procura num ponta de lança. Além disso, o presidente do clube turco, Serdal Adalı, está diretamente envolvido no processo, procurando conseguir contratar o atleta, que em 2024 custou 18 milhões de euros às águias.
Por outro lado, o Fanatik vai mais longe e aponta que Adalı viajou recentemente para Madrid, onde se reuniu com representantes do Benfica, a fim de discutir o dossiê referente a Pavlidis. A mesma fonte garante que o Beşiktaş recebeu o aval para que as águias negras contactassem diretamente o avançado, que terá reagido de forma positiva a uma mudança para Istambul.
Na temporada 2025/26, ao serviço do Benfica, Vangelis Pavlidis — avaliado em 32 milhões de euros — realizou 53 partidas oficiais: 33 na Liga Portugal Betclic, 14 na Liga dos Campeões, três na Taça de Portugal, duas na Taça da Liga e uma na Supertaça. Nos 4.244 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o grego apontou 30 golos e fez cinco assistências.
Antigo futebolista do Clube da Luz considera que existe um técnico mais qualificado e apresentou alguns argumentos, recorrendo a ex-nomes das águias
23 Mai 2026 | 12:28 |
António Simões considera que o sucessor de José Mourinho não deve ser Marco Silva ou Ruben Amorim. Numa entrevista recente, a antiga lenda do Benfica apontou que Hugo Oliveira, atual técnico do Famalicão, reúne todos os requisitos para ocupar a vaga que o Special One está prestes a deixar em aberto.
António Simões: "Se eu fosse dirigente do Benfica, a minha primeira opção seria Hugo Oliveira"
"Se eu fosse dirigente do Benfica, a minha primeira opção seria Hugo Oliveira", admitiu António Simões, em declarações ao jornal Record. "Tenho conhecimento de quanto este jovem é competente. Fui eu que, em 2011, o levei para o Benfica. Sabia do seu conhecimento, da sua competência e da sua irreverência", acrescentou a antiga glória das águias.
"Hoje está muito mais experiente. Vejam a forma como comunica, a capacidade de análise dos jogos é muito melhor do que a de qualquer outro treinador", reforçou António Simões, defendendo que o antigo técnico de guarda-redes do Clube da Luz é o nome indicado para ser contratado caso José Mourinho saia.
Hugo Oliveira: "Mais do que o quinto lugar, olho para a qualidade das exibições do Famalicão ao longo da temporada e com poucos recursos"
"Mais do que o quinto lugar, olho para a qualidade das exibições do Famalicão ao longo da temporada e com poucos recursos", apontou o ex-futebolista de 82 anos, explicando que Hugo Oliveira, que trabalhou ao lado de Jorge Jesus e Rui Vitória, fez uma temporada excecional ao serviço da turma minhota.
"Jorge Jesus, Rui Vitória e Bruno Lage também chegaram ao Benfica sem nunca terem sido campeões e depois foram campeões. Não é o nome que treina, é o conhecimento", assumiu António Simões, defendendo que Hugo Oliveira deve ser o treinador a ser apontado ao Clube da Luz após a partida de José Mourinho.
Extremo cedido pelo Clube da Luz ao conjunto francês disputou final da prova rainha desse mesmo país, mas conclusão não foi a mais feliz
23 Mai 2026 | 11:51 |
O Lens escreveu esta sexta-feira uma das páginas mais marcantes da sua história ao conquistar, pela primeira vez, a Taça de França. Na final disputada no Stade de France, a formação de Pas-de-Calais bateu o Nice por 3-1, numa noite amarga para Tiago Gouveia, extremo emprestado pelo Benfica, que permaneceu no banco de suplentes durante os 90 minutos.
Depois de uma temporada muito positiva na Ligue 1, onde terminou no segundo lugar atrás do PSG, o Lens confirmou o favoritismo e entrou melhor na partida. Florian Thauvin inaugurou o marcador aos 22 minutos, antes de Odsonne Édouard ampliar a vantagem já perto do intervalo, aos 42’. Ainda antes do descanso, Djibril Coulibaly reduziu para o Nice e devolveu esperança à equipa da Côte d'Azur.
Na segunda parte, o Nice tentou reagir e procurou chegar ao empate, mas revelou dificuldades para contrariar a organização defensiva adversária. Já na reta final da partida, Abdallah Sima apareceu para sentenciar o encontro com o 3-1, aos 78 minutos, confirmando assim a inédita conquista do Lens.
Do lado do Nice, Tiago Gouveia acabou por não ser opção ao longo da final. O extremo cedido pelo Benfica - que nota em destaque de Mile Svilar - assistiu ao encontro a partir do banco de suplentes, fechando assim uma temporada complicada para o conjunto francês, que terminou apenas no 16.º lugar da Ligue 1 e ainda luta pela permanência no principal escalão.
Com este triunfo histórico, o Lens junta a Taça de França ao apuramento para a próxima edição da Liga dos Campeões, encerrando a temporada em clima de festa. Já o Nice continua mergulhado num cenário de instabilidade, procurando agora salvar a época através do play-off de manutenção.
Cuidado, Benfica! Fulham quer fazer de tudo para ouvir um "sim" de Marco Silva
23 Mai 2026 | 11:50