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Caso de polícia! Treinador da águia do Benfica traficava droga em Lisboa
14 Set 2026 | 11:39
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30 Abr 2024 | 22:17 |
Rui Patrício e João Medeiros, os advogados do Benfica no processo 'Saco Azul', compareceram no debate instrutório do assunto, esta terça-feira, dia 30 de abril, no Campus de Justiça, em Lisboa, onde garantiram que não existe qualquer prova capaz de confirmar o processo.
"No processo, já estava há muito tempo assumido que não havia nenhum saco azul. O que é lamentável é o senhor procurador, embora admita que não encontrou provas de nada, continue a falar em saco azul. Está a dizer uma coisa e o seu contrário. É clarinho que não há nenhuma prova. É confessado e admitido por Polícia Judiciária e Ministério Público. É importante que se deixe de chamar o processo de 'Saco Azul', pois não tem objeto há muito tempo", começou por dizer Rui Patrício à saída do local.
João Medeiros também deixou expresso a falta de provas: "Creio que ficou indesmentivelmente demonstrado que as intervenções de Luís Filipe Vieira e Domingos Soares de Oliveira se ficaram a dever ao exercício do cargo, sem o conhecimento concreto dos contratos. Por aí, entendo que vai haver uma decisão de não pronúncia. Também me parece que ficou evidenciado que os serviços foram reais. Penso que será o suficiente para fazer cair toda a acusação".
O Ministério Público também se pronunciou no tema, indo contra os advogados encarnados: "O Ministério Público entende que há indícios suficientes de que os serviços não foram prestados e, não o sendo, não tem sentido pagá-los. Se foram pagos, só tem sentido havendo retorno de dinheiro para o Grupo Benfica. O raciocínio lógico é que o dinheiro retornou ao Benfica. De facto, não temos prova direta disso, mas é uma dedução, pois só pode ter sido assim. Para haver acusação, não preciso de ter prova certa e absoluta, basta apenas ter um raciocínio dedutivo".
"Os indícios giram sobre a questão dos serviços, mas não giram em redor da questão de saber se são prestados ou não. A questão gira em saber se os serviços são reais, o que é uma coisa diferente. Grande parte dos serviços refere-se à alta disponibilidade, que são um seguro e só são ativados quando há um sinistro. Se não houver, os serviços não são prestados, mas são reais", terminou Rui Patrício.
Estratégia concebida pelo adepto encarnado em prestigiada instituição pretende alcançar receitas recorrentes até patamares de topo mundial
24 Set 2026 | 16:20 |
Mauro Xavier desenvolveu um projeto académico inovador na reputada universidade norte-americana de Harvard. A iniciativa do conhecido adepto do Benfica enquadra-se no prestigiado programa de gestão executiva daquela instituição de ensino e visa redefinir completamente a estrutura económica das águias
O objetivo central do partner da PwC passa por criar mecanismos sustentáveis para elevar as receitas anuais do emblema da Luz para um patamar recorrente situado entre 450 e 550 milhões de euros. A investigação desenvolvida sob a mentoria do prestigiado professor Krishna Palepu analisa em detalhe a vulnerabilidade do modelo atual, excessivamente dependente dos direitos televisivos e das competições europeias.
Mauro Xavier explicou os motivos que o levaram a focar esta análise no clube do seu coração. "Uma das componentes desse programa tinha a ver com a construção da criação de uma estratégia ou para um negócio fictício ou para um negócio existente, onde nós quiséssemos aplicar os conhecimentos que fomos retirando ao longo do programa de passar para alguma coisa disruptiva", detalhou ao ECO.
Entre as várias propostas revolucionárias apresentadas destaca-se a instalação de uma cobertura amovível no Estádio da Luz para permitir a realização constante de espetáculos e concertos multimilionários - à imagem do Benfica District. Além disso, o plano defende a recompra integral das ações da SAD para retirar a instituição da bolsa de valores. Posteriormente, o projeto sugere a abertura de capital a três parceiros estratégicos de longo prazo destinados a alavancar cada uma das áreas chave de rendimento do Benfica.
A visão apresentada mereceu rasgados elogios por parte da liderança académica da universidade norte-americana que acompanhou de perto todo o desenvolvimento do estudo. O mentor do projeto destacou publicamente a qualidade e a viabilidade do plano elaborado para a instituição lisboeta. "Ele mostrou muita criatividade e potencial de liderança imaginativa no seu trabalho. Tenho a certeza de que, se as suas ideias forem implementadas, o clube beneficiará imensamente", declarou Krishna Palepu.
Com a confirmação de renovação com a Adidas, empresa vai trazer de volta clássico detalhe na farda das águias após uma década
19 Set 2026 | 13:00 |
A camisola do Benfica deverá recuperar um elemento clássico na próxima temporada. Segundo o 'Footy Headlines', portal especializado em equipamentos desportivos, o modelo dos encarnados para 2027/28 deverá voltar a apresentar a tradicional gola, numa mudança que acontecerá precisamente 10 anos depois da última vez em que o detalhe marcou presença na camisola principal, em 2017/18.
A gola já fez parte do equipamento das águias em várias ocasiões ao longo dos últimos anos, nomeadamente nas temporadas de 2007/08, 2009/10, 2010/11 e 2012/13. O novo equipamento deverá ser apresentado, como é habitual, no início do verão de 2027, altura em que será conhecida a nova ‘pele’ do Clube da Luz.
A camisola continuará a ser produzida pela Adidas, depois de o Benfica ter oficializado recentemente a renovação da parceria com a marca alemã até 2033. O novo acordo representa também um importante reforço financeiro para os cofres encarnados.
Segundo os valores divulgados, o contrato irá render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo de seis anos, correspondentes a 20 milhões de euros por temporada. A verba representa o dobro do valor previsto no vínculo anterior e estabelece um novo máximo em Portugal no que diz respeito a acordos de fornecimento de equipamentos desportivos.
A Adidas mantém-se, desta forma, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica, bem como das restantes modalidades do clube. A renovação da parceria foi inicialmente avançada pelo Record. Para 2027/28, a marca alemã prepara, assim, uma camisola com um detalhe que promete recuperar uma imagem bem conhecida pelos adeptos encarnados.
Valor representa dobro da verba prevista no anterior vínculo e estabelece um novo recorde em Portugal no que diz respeito a contratos do género
15 Set 2026 | 09:49 |
O Benfica oficializou a renovação da parceria com a Adidas até 2033, num acordo que representa um importante reforço financeiro para os cofres do Clube da Luz. O novo contrato vai render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo dos próximos seis anos, à razão de 20 milhões por temporada.
O valor representa o dobro da verba prevista no anterior vínculo e estabelece um novo recorde em Portugal no que diz respeito a contratos de equipamentos desportivos. A Adidas mantém-se, assim, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica e das restantes modalidades. A renovação foi avançada pelo Record.
Mas a nova parceria vai mais longe. A marca alemã adquiriu também os direitos de naming do centro de formação encarnado, no Seixal. Desta forma, o atual Benfica Campus passa a chamar-se Adidas Benfica Campus, reforçando ainda mais a presença da multinacional na estrutura do Clube.
O acordo agora anunciado surge depois de cerca de um ano de negociações entre as duas partes. Benfica e Adidas decidiram rever antecipadamente as condições do contrato assinado em 2021, que tinha validade até 2027. A evolução da marca Benfica e o crescimento da sua valorização comercial permitiram às águias renegociar os termos da parceria e alcançar uma atualização financeira bastante significativa.
Com 20 milhões de euros por ano garantidos, o Benfica assegura uma fonte de receita de enorme dimensão e estabelece um novo máximo no mercado nacional. A extensão da parceria até 2033 confirma ainda a confiança da Adidas no projeto encarnado e aprofunda uma ligação que se mantém há vários anos.